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*CEE-SP: às quartas-feiras, 11h00; Local: Casa Caetano de Campos, Praça da República, 53/ (11) 3255 2044 - visite o site

“No Brasil, a carreira docente está entre as menos atrativas no mercado de trabalho”

junho 26, 2014

 

Luciana França Univesp 3

Pesquisa da USP indica que metade dos alunos ingressantes nas licenciaturas de física e matemática não deseja ser professor

Em apresentação para os integrantes do Conselho Municipal de Educação de São Paulo (CME-SP), no último dia 15 de maio, a mestre em educação pela Universidade de São Paulo (USP), Luciana França Leme, apresentou pesquisa em que evidencia falta de interesse de ingressantes em cursos de licenciatura para seguir com a profissão de professor. De acordo com Luciana, “no Brasil, a carreira docente está entre as menos atrativas no mercado de trabalho”.

Após ter entrevistado alunos das licenciaturas em física, matemática e pedagogia no dia de suas matrículas na USP, a pesquisadora constatou que 52%, 48% e 32% dos estudantes destes cursos, respectivamente, afirmaram que não querem ou têm dúvidas quanto a ser docentes na educação básica.

Entre as conclusões apresentadas, a pesquisa identificou que as licenciaturas atraem pessoas em condições de maior vulnerabilidade, com menor renda familiar e com piores desempenhos escolares, quando comparadas a de outras carreiras/cursos.

Ao comparar a realidade da USP com a de outras instituições brasileiras, Luciana afirmou que há semelhanças quanto ao nível socioeconômico dos licenciandos. “Além disso, o desempenho desses alunos no exame da Fuvest [Fundação Universitária para o Vestibular] foi inferior não somente em relação à Medicina, como em todos os demais cursos da USP. Sendo assim, para esses respondentes, a licenciatura parecia ser uma das poucas alternativas possíveis para ingresso nessa universidade”, relatou a pesquisadora em sua pesquisa.

Apesar do pouco interesse constatado, Luciana destacou que a atuação dos docentes ainda é compreendida como a principal responsável pela qualidade do ensino transmitido aos alunos. “Dos fatores internos da escola, pesquisas evidenciam que o trabalho docente é o que mais tem efeito na aprendizagem do aluno”, ressaltou.

Como uma de suas conclusões, a pesquisa de Luciana apontou que “o reconhecimento do professor como o único profissional a deter o repertório de conhecimentos e habilidades para o ensino colaboraria para melhorar a atratividade do magistério na educação básica”.

 

Ser ou não ser professor

Para compreender porque estes cursos de licenciatura foram escolhidos na inscrição do vestibular, Luciana perguntou quais seriam as razões que motivaram as escolhas dos alunos. Enquanto para os estudantes de matemática o principal motivo foi o “gosto pela área de educação”, os alunos de física e matemática apontaram que escolheram a respectiva licenciatura pelo “gosto pela área de exatas”. (Veja quadro abaixo)

Quadro - Motivos para escolha de carreira

 

Concluindo sua apresentação, a pesquisadora destacou uma série de desafios para a maior atratividade da carreira docente. “Um de nossos desafios é pensar se queremos melhorar a atratividade para buscar os ‘melhores’ ou se queremos realmente compreender os motivos de atração da carreira, diagnosticar e intervir”, questionou.

 

Faça o download da apresentação utilizada pela pesquisadora Luciana França Leme.

Veja a pesquisa “Atratividade do magistério para a educação básica – estudo com ingressantes de cursos superiores da Universidade de São Paulo”

 

Foto: Luciana França / Notícias Univesp

Para debater Plano Estadual de Educação, CEE deve mudar horário das sessões

junho 24, 2014

 Ponto de discussão nas duas últimas sessões do Conselho Estadual de Educação de São Paulo (CEE-SP), nas quartas-feiras 11 e 18 de junho, o horário de realização das reuniões do órgão deverá sofrer alterações, visando, sobretudo, a participação do colegiado na elaboração do Plano Estadual de Educação de São Paulo. Atualmente o Conselho se reúne uma vez por semana, às quartas-feiras. As reuniões das câmaras de Educação Básica e de Educação Superior acontecem das 9h às 11h e a plenária é realizada na sequência, das 11h às 13h, horário em que o plenário costuma se esvaziar.

O tema já havia sido abordado em outras reuniões, quando uma das propostas surgeridas foi de que o Conselho alternasse reuniões das Câmaras numa semana com reuniões plenárias na semana seguinte. A proposta foi retomada pela Câmara de Educação Básica (CEB) na reunião do dia 11, quando o conselheiro Jair Ribeiro defendeu a alternância como forma de aumentar o tempo de debate e o impacto do conselho nas políticas públicas de educação.

“O Conselho deveria ter maior impacto nas políticas públicas do Estado de São Paulo e não só votar processos. Deveríamos ter discussões mais amplas que depois embasassem as decisões de processos. A proposta é agendar temas para debate na Câmara de Educação Básica. Temos temas como municipalização e autonomia dos diretores que eu acho que o Conselho precisa tomar posição para ser menos insular. Isso é uma visão da Câmara de Educação Básica quase unânime”, defendeu.

Embora tenha havido aparente consenso entre os conselheiros sobre a necessidade de um tempo maior de reunião, a proposta foi rechaçada por ir contra o regimento do CEE-SP, que prevê que o “Conselho realizará ordinariamente uma sessão plenária e uma sessão de cada Câmara por semana”.

Outra proposta surgida no debate era de que as sessões do CEE-SP voltassem a acontecer em dois períodos (manhã e tarde) na própria quarta-feira. “Não consigo entender porque reduzimos nosso tempo de trabalho. Nós trabalhávamos de manhã e à tarde e acho que temos que voltar a isso. Quem quer ser conselheiro tem que bloquear a agenda na quarta-feira”, afirmou conselheiro Mauro Aguiar. Para Hubert Alqueres, o órgão vive “o tempo da ligeireza”. “Antigamente a gente lia os pareceres e as discussões era super aprofundadas… eu votaria em reunião de câmara de manhã e plenária à tarde”, defendeu.

Houve consenso entre os conselheiros em torno da proposta de que as sessões do Conselho fossem realizadas de manhã e à tarde, mas divergência quanto ao início da vigência do novo horário. Com a ausência de alguns conselheiros do pleno, como a própria presidenta do CEE, Guiomar Namo de Mello, a proposta foi aprovada com vigência a partir do início da próxima legislatura, em agosto.

Portaria

Ao retomar a questão no dia 18, no qual não houve sessão plenária por falta de quorum, Guiomar defendeu a revisão da decisão e destacou a necessidade de maior tempo de reunião para debater o Plano Estadual de Educação de São Paulo ainda nesta legislatura, já que o segundo semestre deverá ser mais conturbado pela eleições. “Conversei com o secretário [de Estado da Educação Herman Voorwald] sobre o Plano Estadual de Educação e ele ressaltou a importância do Conselho no processo”. Na sequência, o conselheiro Francisco Poli informou já ter encaminhado um pedido de revisão da decisão.

Segundo o conselheiro Francisco Carbonari, o artigo 2º do Regimento das Sessões do Conselho prevê que “as sessões extraordinárias do Conselho serão realizadas em dia e horário determinados por portaria da presidência aprovada por dois terços dos conselheiros”. Como não foi localizada nenhum portaria que determinasse o horário atual de realização das sessões, acordou-se que a presidência deveria redigir e encaminhar portaria propondo que o horário de funcionamento em dois períodos entrasse em vigência após o recesso, que será realizado nas duas primeiras semanas de julho. A proposta deverá ser apreciada na sessão desta quarta-feira (25).

Recesso

O CEE-SP realizará nesta quarta-feira (25), às 11h, a última sessão plenária do primeiro semestre. Após esta data, o órgão entra em recesso, retomando as sessões no dia 16 de julho. Na sequência, serão realizadas mais duas sessões (dias 23 e 30 de julho) antes da alteração na composição do conselho.

Conforme previsto na Lei Estadual que criou o Conselho (10.403/71), o mandato de cada conselheiro tem duração de três anos e, anualmente, um terço dos membros são renovados, podendo haver recondução ao cargo pelo governador do estado, responsável pela nomeação dos conselheiros. O regimento interno (Decreto 52.811/71) prevê anualmente, na primeira sessão plenária do mês de agosto, a eleição do/a presidente/a e vice do Conselho, bem como para a presidência das Câmaras e Comissões.

Piracicaba: Conselho recebe apresentação de núcleo de apoio à educação especial

junho 2, 2014

O blog De Olho nos Conselhos publica textos de cidadãos(ãs) que acompanham reuniões dos conselhos de educação de sua cidade ou estado, reservando-se o direito de editar as informações. O conteúdo do relato, de caráter pessoal, não é de responsabilidade do Observatório da Educação. Escreva para observatorio@acaoeducativa.org para participar.

 

Por Carlos Henrique Tretel, de Piracicaba (SP)

 

Relato da reunião ordinária do Conselho Municipal de Educação de Piracicaba (CME-Piracicaba) do mês de maio de 2014.

 

Na reunião do último dia oito de maio, foi realizada apresentação da diretora do Núcleo Municipal de Apoio Pedagógico de Educação Especial (NUMAPE), Vanessa Souto. Na ocasião, a diretora atualizou os dados divulgados no início do ano por meio da Secretaria Municipal de Educação. (Clique aqui e veja texto sobre o Numape).

Também nesta reunião, a presidente do conselho, Sandra Perina, anunciou para o dia seguinte (09/05) reunião de trabalho com a secretária de educação Angela Jorge Corrêa para tratar do assunto Plano Municipal de Educação.

 

Veja o relato completo enviado por Carlos Henrique Tretel.

 

Veja a apresentação sobre os conselhos escolares – A Participação Cidadã.

 

Acesse mais informações sobre o Núcleo Municipal de Apoio Pedagógico de Educação Especial (NUMAPE).

 

 

 

 

 

 

Piracicaba: Conselho se fortalece com Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

maio 20, 2014

O blog De Olho nos Conselhos publica textos de cidadãos(ãs) que acompanham reuniões dos conselhos de educação de sua cidade ou estado, reservando-se o direito de editar as informações. O conteúdo do relato, de caráter pessoal, não é de responsabilidade do Observatório da Educação. Escreva para observatorio@acaoeducativa.org para participar.

 

Por Carlos Henrique Tretel, de Piracicaba (SP)

 

Relato da reunião ordinária do Conselho Municipal de Educação de Piracicaba (CME-Piracicaba) do mês de abril de 2014.

 

Em continuidade às ações relacionadas ao Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares, o Conselho Municipal de Educação de Piracicaba (CME-Piracicaba) continuou discussões sobre o fortalecimento de suas atividades na reunião do último dia 10 de abril.

Nesta reunião, a conselheira Marilice Trentini de Oliveira apresentou sua proposta de palestra, anexa em que fará exposição contendo os seguintes temas: breve histórico sobre conselhos/colegiados; conselhos escolares e a gestão democrática; funções dos conselhos; atribuições; composição e funcionamento; e significado da representação e importância da participação. (Veja a proposta completa da conselheira)

Com a proposta de ter uma hora e meia de duração, o encontro “Conselho Escolar: a participacão cidadã na escola” foi marcado para o dia 15 de maio, às 19h. As atividades do Programa ocorrem a partir de uma parceria entre o CME-Piracicaba, o Ministério da Educação (MEC) e a Universidade Federal de São Carlos (Ufscar)

 

 

Veja o relato completo enviado por Carlos Henrique Tretel.

 

Veja o parecer 002-2014 do CME-Piracicaba.

 

Leia o relatório de inspeção da Escola José Antônio de Souza.

Conselho de Educação de São Paulo realiza seminários abertos sobre formação de professores

maio 6, 2014

Em continuidade ao conjunto de seminários previstos desde o início do ano, o Conselho Municipal de Educação de São Paulo (CME-SP) realizará em suas três próximas reuniões debates sobre formação em licenciatura e bacharelado; sobre o perfil dos licenciados e sobre a formação inicial em pedagogia.

 

Marcados para ocorrerem nos dias 9, 15 e 29 de maio, os encontros contarão, respectivamente, com a presença e apresentação dos professores José Sérgio Fonseca de Carvalho (USP), Luciana França Leme (USP) e Maria Lúcia Marcondes de Carvalho (Mackenzie).

 

No último dia 10 de abril, o Secretário Municipal de Educação, César Callegari, inaugurou a série de seminários ao fazer apresentação sobre o programa Mais Educação São Paulo. Em sua fala, Callegari afirmou haver dificuldade financeira de sua secretaria e necessidade de mais recursos. “Nós estamos vivendo um momento muito difícil no financiamento das políticas públicas de São Paulo. Esse ano nós tivemos o orçamento da educação com um déficit original de aproximadamente R$ 1,4 bilhão de reais. Uma coisa muito grave”, afirmou. (Veja relato completo sobre apresentação do Secretário César Callegari)

Seminários 2014

 

Segundo semestre

Para o segundo semestre, o conselho já prevê a realização de outros quatro seminários. Ainda aguardando confirmação, estão previstas as apresentações da professora Zilma de Moraes Ramos de Oliveira, sobre educação infantil; do professor da Universidade Mackenzie, José Salomão Schwartzman, sobre educação especial; da docente da USP, Maurilane de Souza Biccas, sobre Educação de Jovens e Adultos; e do professor e também ex-conselheiro do CME-SP, Ocimar Munhoz Alavarse, sobre avaliações internas e externas: características, articulações e desafios.

 

Os encontros são abertos ao público e devem acontecer entre 15h e 17h, na sede do CME-SP, que fica na Rua Taboão nº 10 – Sumaré – São Paulo – SP. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com o conselho por meio dos telefones (11) 3672-8998 / (11) 3675-9024 / (11) 3675-9027.

 

Nota de falecimento

Rodolfo Konder

No último dia 1º de maio, faleceu em São Paulo o jornalista, escritor e membro do CME-SP, Rodolfo Konder. Internado há dois meses, o conselheiro faleceu devido a complicações no tratamento de um câncer.

 

Entre 1993 e 2000, Konder foi Secretário Municipal da Cultura de São Paulo, era conselheiro da União Brasileira de Escritores e chegou a publicar cerca de 30 livros. O jornalista também foi presidente e vice-presidente da Seção Brasileira da Anistia Internacional e membro do conselho da Fundação Padre Anchieta (TV Cultura) e integrou a Diretoria da Bienal de São Paulo.

 

O conselheiro se destacou, também, na luta contra a ditadura civil-militar, sendo preso em 1975 ao lado do jornalista Vladmir Herzog e testemunhando seu assassinato no Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi).

 

No Conselho Municipal de Educação, Konder foi nomeado como suplente em 2005. Em 2010, tornou-se titular. Indicado como representante da comunidade, Rodolfo Konder atuava na Câmara de Normas, Planejamento e Avaliação Educacional.

 

Foto: Rodolfo Konder – Reprodução/abi.org.br

Novos integrantes assumem em Conselho Municipal de Educação de São Paulo

abril 14, 2014

No último dia 10 de abril, cinco novos conselheiros passaram a integrar o Conselho Municipal de Educação de São Paulo (CME-SP). Além destes, a conselheira Marta de Betânia Juliano foi reconduzida como titular para mandado de seis anos, como representante do magistério. Apesar de o anúncio ter ocorrido em Diário Oficial no dia 1º de abril, somente na última reunião (10/04), com a presença do Secretário de Educação, César Callegari, os novos conselheiros participaram de sua primeira sessão.

 

Além de Marta, assumiram como suplentes do magistério o professor Bahu Amin Aur e a professora Mônica Appezzato Pinazza, que até 2016 cumpre o restante do mandato da ex-conselheira Anna Maria Vasconcellos Meirelles. Alegando motivos pessoais, a conselheira solicitou o adiantamento de sua saída do CME-SP. Como representantes da comunidade, assumiram as professoras Maria do Pilar Lacerda Almeida Silva (titular), Maria Selma de Moraes Rocha (titular) e Lucia Helena Couto (suplente), e o professor Antônio Rodrigues da Silva (suplente).

 

Com a entrada dos novos integrantes, tiveram o mandato encerrado os conselheiros Ocimar Munhoz Alavarse (comunidade), Maria Lúcia Vasconcelos (comunidade), Zilma Ramos de Oliveira (comunidade), Marcos Mendonça (magistério) e Júlio Gomes de Almeida (comunidade).

 

Presidente e vice

Na mesma reunião foram reeleitos por unanimidade o presidente do CME-SP, João Gualberto de Carvalho Meneses, e sua vice, Carmen Vitória Annunziato. Também no mesmo dia, o secretário Callegari fez uma apresentação sobre o programa Mais Educação São Paulo, que instituiu desde o início do atual ano letivo mudanças na rede municipal de ensino (Veja mais informações sobre a apresentação do Secretário Municipal de Educação de São Paulo).

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Mônica Apezzato Pinazza

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Antônio Rodrigues da Silva

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Maria do Pilar Lacerda Almeida Silva

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Maria Selma de Moraes Rocha

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Bahu Amin Aur

Começamos o ano com déficit de R$ 1,4 bilhão, afirma Secretário Municipal de Educação de São Paulo

abril 14, 2014

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Inaugurando a série de seminários programados pelo Conselho Municipal de Educação de São Paulo (CME-SP) para 2014, o Secretário de Educação da cidade, César Callegari, realizou apresentação sobre o programa Mais Educação São Paulo. Entre os desafios para implantação do programa, o secretário destacou, no último dia 10 de abril, a dificuldade financeira de sua secretaria e a necessidade de mais recursos. “Nós estamos vivendo um momento muito difícil no financiamento das políticas públicas de São Paulo. Esse ano nós tivemos o orçamento da educação com um déficit original de aproximadamente R$ 1,4 bilhão de reais. Uma coisa muito grave”, afirmou.

Desde o início do atual ano letivo, a Secretaria Municipal de Educação (SME) colocou em prática mudanças na rede de ensino da capital paulista. Entre elas, foi implementada a reorganização das séries do ensino fundamental para três ciclos (o de alfabetização, o interdisciplinar e o autoral) e o aumento da possibilidade de reprovação (nos 3º, 6º, 7º, 8º e 9º anos).

Em sua exposição, Callegari apresentou medidas para os cinco eixos que devem orientar as ações do programa: infraestrutura, currículo e qualidade educacional, avaliação, formação de educadores e gestão pedagógica. O secretário defendeu o que chamou de propostas inovadoras e ousadas para a rede municipal de ensino: “não tenho dúvidas de que em cinco anos todas as cidades do estado, como a rede estadual já fez, vai utilizar o modelo da cidade de São Paulo como referência”.

Entre os pontos ressaltados, o secretário destacou a construção de 243 unidades de educação infantil de zero a três anos, com o fornecimento de 53 mil novas vagas, a nova divisão do ensino fundamental em três ciclos, a instituição dos boletins com o registro do desempenho dos alunos para suas famílias, a formação continuada para docentes em unidades da Universidade Aberta do Brasil e a articulação de um sistema de gestão pedagógica.

Quanto à atuação do conselho, Callegari explicitou a expectativa de o órgão colaborar com a construção do Plano de Educação da cidade e com a criação de normas de maneira criativa e que vá além dos projetos do atual governo.

 

Seminários

Até o mês de setembro, o CME-SP prevê a realização de seminários quinzenais que devem abordar os seguintes temas: formação inicial em pedagogia, licenciatura e bacharelado, recrutamento de professores, educação infantil, educação especial, educação de jovens e adultos e o uso do resultado de avaliações externas. As reuniões do conselho são realizadas nas quintas-feiras, às 15h, na Rua Taboão nº 10 – Sumaré – São Paulo – SP.

 

Foto: Presidente do CME-SP, João Gualberto de Carvalho Meneses, e secretário municipal de educação de São Paulo, César Callegari.

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