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Acompanhe as reuniões

*CME-SP: às quintas-feiras, 16h00. Rua Taboão, 10 - Sumaré/ cme@prefeitura.sp.gov.br / (11) 3672 8998 - visite o site

*CEE-SP: às quartas-feiras, 11h00; Local: Casa Caetano de Campos, Praça da República, 53/ (11) 3255 2044 - visite o site

Novos integrantes assumem em Conselho Municipal de Educação de São Paulo

abril 14, 2014

No último dia 10 de abril, cinco novos conselheiros passaram a integrar o Conselho Municipal de Educação de São Paulo (CME-SP). Além destes, a conselheira Marta de Betânia Juliano foi reconduzida como titular para mandado de seis anos, como representante do magistério. Apesar de o anúncio ter ocorrido em Diário Oficial no dia 1º de abril, somente na última reunião (10/04), com a presença do Secretário de Educação, César Callegari, os novos conselheiros participaram de sua primeira sessão.

 

Além de Marta, assumiram como suplentes do magistério o professor Bahu Amin Aur e a professora Mônica Appezzato Pinazza, que até 2016 cumpre o restante do mandato da ex-conselheira Anna Maria Vasconcellos Meirelles. Alegando motivos pessoais, a conselheira solicitou o adiantamento de sua saída do CME-SP. Como representantes da comunidade, assumiram as professoras Maria do Pilar Lacerda Almeida Silva (titular), Maria Selma de Moraes Rocha (titular) e Lucia Helena Couto (suplente), e o professor Antônio Rodrigues da Silva (suplente).

 

Com a entrada dos novos integrantes, tiveram o mandato encerrado os conselheiros Ocimar Munhoz Alavarse (comunidade), Maria Lúcia Vasconcelos (comunidade), Zilma Ramos de Oliveira (comunidade), Marcos Mendonça (magistério) e Júlio Gomes de Almeida (comunidade).

 

Presidente e vice

Na mesma reunião foram reeleitos por unanimidade o presidente do CME-SP, João Gualberto de Carvalho Meneses, e sua vice, Carmen Vitória Annunziato. Também no mesmo dia, o secretário Callegari fez uma apresentação sobre o programa Mais Educação São Paulo, que instituiu desde o início do atual ano letivo mudanças na rede municipal de ensino (Veja mais informações sobre a apresentação do Secretário Municipal de Educação de São Paulo).

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Mônica Apezzato Pinazza

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Antônio Rodrigues da Silva

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Maria do Pilar Lacerda Almeida Silva

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Maria Selma de Moraes Rocha

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Bahu Amin Aur

Começamos o ano com déficit de R$ 1,4 bilhão, afirma Secretário Municipal de Educação de São Paulo

abril 14, 2014

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Inaugurando a série de seminários programados pelo Conselho Municipal de Educação de São Paulo (CME-SP) para 2014, o Secretário de Educação da cidade, César Callegari, realizou apresentação sobre o programa Mais Educação São Paulo. Entre os desafios para implantação do programa, o secretário destacou, no último dia 10 de abril, a dificuldade financeira de sua secretaria e a necessidade de mais recursos. “Nós estamos vivendo um momento muito difícil no financiamento das políticas públicas de São Paulo. Esse ano nós tivemos o orçamento da educação com um déficit original de aproximadamente R$ 1,4 bilhão de reais. Uma coisa muito grave”, afirmou.

Desde o início do atual ano letivo, a Secretaria Municipal de Educação (SME) colocou em prática mudanças na rede de ensino da capital paulista. Entre elas, foi implementada a reorganização das séries do ensino fundamental para três ciclos (o de alfabetização, o interdisciplinar e o autoral) e o aumento da possibilidade de reprovação (nos 3º, 6º, 7º, 8º e 9º anos).

Em sua exposição, Callegari apresentou medidas para os cinco eixos que devem orientar as ações do programa: infraestrutura, currículo e qualidade educacional, avaliação, formação de educadores e gestão pedagógica. O secretário defendeu o que chamou de propostas inovadoras e ousadas para a rede municipal de ensino: “não tenho dúvidas de que em cinco anos todas as cidades do estado, como a rede estadual já fez, vai utilizar o modelo da cidade de São Paulo como referência”.

Entre os pontos ressaltados, o secretário destacou a construção de 243 unidades de educação infantil de zero a três anos, com o fornecimento de 53 mil novas vagas, a nova divisão do ensino fundamental em três ciclos, a instituição dos boletins com o registro do desempenho dos alunos para suas famílias, a formação continuada para docentes em unidades da Universidade Aberta do Brasil e a articulação de um sistema de gestão pedagógica.

Quanto à atuação do conselho, Callegari explicitou a expectativa de o órgão colaborar com a construção do Plano de Educação da cidade e com a criação de normas de maneira criativa e que vá além dos projetos do atual governo.

 

Seminários

Até o mês de setembro, o CME-SP prevê a realização de seminários quinzenais que devem abordar os seguintes temas: formação inicial em pedagogia, licenciatura e bacharelado, recrutamento de professores, educação infantil, educação especial, educação de jovens e adultos e o uso do resultado de avaliações externas. As reuniões do conselho são realizadas nas quintas-feiras, às 15h, na Rua Taboão nº 10 – Sumaré – São Paulo – SP.

 

Foto: Presidente do CME-SP, João Gualberto de Carvalho Meneses, e secretário municipal de educação de São Paulo, César Callegari.

Confira o calendário das reuniões do Conselho de Educação da cidade de São Paulo

março 21, 2014

O Conselho Municipal de Educação de São Paulo (CME-SP) divulgou calendário das reuniões a serem realizadas no ano de 2014. Por meio do comunicado CME nº 01/2014, o presidente do conselho João Gualberto de Carvalho Meneses anunciou as reuniões previstas para serem realizadas às quintas-feiras, às 15h, na Rua Taboão nº 10 – Sumaré – São Paulo – SP.

Veja abaixo o calendário de reuniões para 2014:

 

Calendário 2014

 

 

Conselho realiza 1º Encontro de Formação de Conselheiros Escolares de Piracicaba

março 15, 2014

O blog De Olho nos Conselhos publica textos de cidadãos(ãs) que acompanham reuniões dos conselhos de educação de sua cidade ou estado, reservando-se o direito de editar as informações. O conteúdo do relato, de caráter pessoal, não é de responsabilidade do Observatório da Educação. Escreva para observatorio@acaoeducativa.org para participar.

 

Por Carlos Henrique Tretel, de Piracicaba (SP)

 

Relato da reunião ordinária do Conselho Municipal de Educação de Piracicaba (CME-Piracicaba) do dia 13/03/14.

No último dia 19 de março foi realizado o 1º Encontro de Formação de Conselheiros Escolares de Piracicaba, às 19h, com a apresentação do professor Flávio Caetano da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar). O encontro foi organizado pelo Conselho Municipal de Educação de Piracicaba (CME-Piracicaba) e realizado no anfiteatro da Secretaria Municipal de Educação e contou com a presença de diretores e presidentes de conselhos das unidades escolares municipais da cidade.

Com o espaço lotado, o professor Flávio Caetano provocou a plateia ao fazer provocações questionando-a se realmente queriam um conselho e se os conselhos eram de fato atuantes. O grande desafio, no entanto, é a maior participação da comunidade escolar e das famílias mediante a formação continuada nos eventos a serem realizados no anfiteatro. O encontro foi realizado a partir de uma parceria entre o CME-Piracicaba, o professor Flávio Caetano e o Ministério da Educação (MEC).

Plano Municipais de Educação

Na reunião, também, a presidenta do CME-Piracicaba, Sandra Helena Perina, fez apresentação sobre o “I Encontro O Direito à Educação e a Gestão de Planos Municipais de Educação”, que será realizado em Rio Claro, no dia 21 de março de 2014. Organizado pela União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME/SP), o evento contará com a presenta do Projeto De Olho nos Planos, Instituto Natura, Associação Cidade-Escola e Iniciativa da UNICEF e CNDE – Fora da Escola não Pode.

 

Veja o relato completo enviado por Carlos Henrique Tretel.

Veja o certificado de participação de Carlos Henrique Tretel no Encontro de Formação de Conselheiros Escolares de Piracicaba.

Leia o relatório da reunião feito pela conselheira Letícia Vidor de Sousa Reis.

CME-SP é convidado a integrar conselho de planejamento e orçamento participativos

março 10, 2014

A partir de 2014, o Conselho Municipal de Educação de São Paulo (CME-SP) deverá participar do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP). O CPOP “será composto por membros dos conselhos participativos municipais das 32 subprefeituras e por membros dos conselhos setoriais do município”, inclusive, o da área de educação que indicará um representante titular e um suplente. O anúncio da participação de representantes do CME-SP no novo conselho foi dado na reunião do último dia 27 de fevereiro.

De acordo com o conselheiro Marcos Mendonça, o CPOP faz parte de um sistema amplo de participação na gestão pública da cidade de São Paulo. Segundo divulgação da Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão (Sempla), responsável pelo CPOP, o conselho tem como objetivo o “compartilhamento de informações e decisões entre o poder público e a sociedade”. Até a reunião do dia 27, o CME-SP ainda não havia decidido quais seriam seus indicados ao novo órgão da gestão municipal.

Desafios Docentes

Nas reuniões do CME-SP dos dias 20 e 27 de fevereiro, os conselheiros discutiram o planejamento de atividades para o ano de 2014 e o convite a palestrantes que deverão apresentar seminários em reuniões extraordinárias do conselho. Os seminários deverão estar relacionados a desafios docentes e abordarão temas como “Educação para a aprendizagem”, “Atratividade docente” e “Avaliação Educacional”.

Na reunião do dia 27, foi decidido que os conselheiros Ocimar Alavarse, Zilma Ramos de Oliveira e a vice-presidenta Carmen Vitória Annunziato serão os responsáveis por organizar os seminários e foram citados como possíveis palestrantes Guiomar Namo de Mello, Luciana França Leme e Maria Malta Campos.

Saída de conselheira

Na reunião do dia 20 de fevereiro, a assistente técnica educacional da Secretaria Municipal de Educação (SME) de São Paulo, Ana Maria Meirelles, anunciou aos demais conselheiros que deixará de participar do CME-SP. Apesar do anúncio de sua carta de dispensa, ainda não foi indicado um novo representante ao conselho.

No mesmo dia, os conselheiros decidiram que as sessões plenárias do conselho passarão a ser realizadas às quintas-feiras às 15h – não mais às 16h -, ainda na Rua Taboão, 10, no bairro Sumaré, em São Paulo. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com o conselho por meio dos telefones (11) 3672-8998 / (11) 3675-9024 / (11) 3675-9027.

Conselho de Educação de Piracicaba solicita revisão de Plano de Educação

fevereiro 21, 2014

O blog De Olho nos Conselhos publica textos de cidadãos(ãs) que acompanham reuniões dos conselhos de educação de sua cidade ou estado, reservando-se o direito de editar as informações. O conteúdo do relato, de caráter pessoal, não é de responsabilidade do Observatório da Educação. Escreva para observatorio@acaoeducativa.org para participar.

 

Por Carlos Henrique Tretel, de Piracicaba (SP)

Relato da reunião ordinária do Conselho Municipal de Educação de Piracicaba (CME-Piracicaba) do dia 13/02/14.

Na reunião do dia 13 de fevereiro, a presidenta do Conselho Municipal de Educação (CME) de Piracicaba, Sandra Perina, encaminhou para a Secretaria Municipal de Educação, aos cuidados da secretária Ângela Jorge Corrêa, proposta de mobilização para (re)elaboração, aprovação e monitoramento do Plano Municipal de Educação (PME).

A cidade de Piracicaba se debruçou sobre o PME durante o período de 2005 a 2007 e pretende revisá-lo por meio de mobilização chamada pelas conselheiras Dagmar de Paula Queluz e Sandra Perina de Projeto Integrador. Após as conselheiras terem concluído o Curso de Formação de Conselheiros Municipais de Educação da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), elaboraram o projeto de mobilização para o plano do município. (Leia ao final do texto o Plano disponibilizado pelas conselheiras)

Monitoramento de obras

Também nesta reunião, o plenário elegeu a conselheira Madalena para representar o CME-Piracicaba na comissão para monitorar as obras em curso nas escolas, tendo por referências o memorial descritivo e o projeto existente para cada uma delas em especial.

 

Veja o relato completo enviado por Carlos Henrique Tretel.

Leia o Projeto Integrador disponibilizado pelas conselheiras Dagmar de Paula Queluz e Sandra Perina.

 

 

Enem: 52% de escolas particulares possuem desempenho equivalente a de escolas de redes estaduais

fevereiro 19, 2014

Estudo do professor da Faculdade de Educação da USP, Ocimar Alavarse, evidencia também que 16% das escolas das redes estaduais não atingiram proficiência mínima esperada para ensino médio no Enem de 2012

Na reunião do Conselho Municipal de Educação de São Paulo (CME-SP) do último dia 13 de fevereiro, o conselheiro e professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE-USP) Ocimar Alavarse apresentou estudo no qual conclui que 52% das escolas particulares do país tiveram desempenho equivalente ao desempenho das escolas das redes estaduais no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012.

O estudo foi construído a partir das informações disponibilizadas pelo Ministério da Educação (MEC) no fim do ano passado. Segundo o professor da FE-USP, a pesquisa foi elaborada a partir do resultado médio das escolas em que participaram do exame, no mínimo, 50% de seus alunos matriculados no último ano do ensino médio. “Isso dá uma segurança estatística para tomar estes resultados como uma média da escola, tal como se faz com a Prova Brasil”, explicou o professor ao fazer comparação com o teste aplicado a alunos do 5º e 9º ano do ensino fundamental e do 3º do ensino médio de escolas públicas brasileiras a cada dois anos.

Em sua análise, Ocimar mostra que 97,9% dos alunos das redes estaduais de todo o Brasil atingiram até 560 pontos no Enem 2012, sendo que a média dos estudantes destas redes foi de 479,4 pontos. Já em relação às escolas particulares – que atendem cerca de 12% do total de alunos matriculados no ensino médio no país -, o professor chamou atenção para o fato de que 52% de seus alunos atingiram até 560 pontos e, no geral, estas escolas tiveram média de 558,1 pontos: “na média, possuem um desempenho maior, mas indo além da média e verificando a distribuição das notas percebemos que grande parte das escolas privadas está vendendo uma ilusão”, alertou.

Os 2,1% dos estudantes de escolas estaduais que atingem mais de 560 pontos, segundo Ocimar, seriam aqueles que conseguem entrar nas universidades públicas por meio de ações afirmativas. Para ele, esse é um dos motivos que explicam o fato de estes alunos não diminuírem a qualidade do ensino e do conhecimento produzido nas instituições de ensino superior em que ingressam.

       

16% sem proficiência mínima

Além de apresentar comparação entre escolas públicas e privadas de ensino médio, o professor da FE-USP mostrou que 16% das escolas das redes estaduais não atingiram proficiência mínima esperada para ensino médio no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em 2012. “Este dado também é alarmante. Com 450 pontos no Enem, o candidato pode solicitar equivalência no ensino médio e isso acaba demonstrando que 16% das escolas das redes estaduais brasileiras não seriam consideradas como certificadas para o ensino médio”, afirmou Ocimar.

Já em relação às escolas particulares, o professor relatou que 14 escolas não alcançaram a média mínima prevista para o aluno após ter cursado o ensino médio. “Essa diferença pode ser explicada porque apenas 12% dos alunos estão nas escolas privadas e isso se refere, evidentemente, aos alunos com nível socioeconômico mais elevado. E, como a gente sabe, o nível sócio econômico responde por entre 70% e 80% do desempenho escolar”, explicou o conselheiro.

Após a conselheira Hilda alertar para as chamadas “peneiras” – seleção dos alunos com melhor desempenho para a realização de um exame – feitas pelas escolas privadas, Ocimar ponderou que o estudo é apenas um primeiro diagnóstico e, que além de poder ser detalhado de acordo com as informações de cada estado, também pode ser complementado a partir de pesquisas feitas por outros pesquisadores como, por exemplo, a tese de doutorado do professor doutor em educação e integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas em Avaliação Educacional (Gepave), Rodrigo Travitzki. (Veja entrevista com o professor Rodrigo Travitzki)

Em sua pesquisa, Rodrigo defende que as avaliações externas devem ser apenas uma parte do processo de avaliação educacional e reforça a necessidade de complementação dos resultados obtidos por meio destes exames, relacionando-os ao nível socioeconômico dos estudantes.

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