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Secretário estadual de educação participa de reunião do conselho e coloca como prioridade a mudança estrutural da secretaria

maio 24, 2011

Voorwald também afirma que o novo plano de carreira do magistério terá como fundamento o mérito

O atual secretário estadual de Educação de São Paulo Herman Voorwald esteve presente na última sessão do Conselho Estadual de Educação (CEE), em 18/5. Ele afirmou que o novo plano de carreira do professorado está ainda em construção pela secretaria e “objetiva valorizar o esforço dos professores, valorizar o mérito”.

Durante o encontro, Voorwald enfatizou que no processo pedagógico “o educador é elemento fundamental”, por isso a necessária “valorização dos quadros do magistério”, que se faz por política salarial e pela construção de uma “carreira que reconheça o mérito, que tenha no esforço o caminho a ser percorrido”. Nesse sentido, está em discussão a “manutenção e aperfeiçoamento do modelo” de remuneração pelo sistema de bonificação.

Nos últimos anos, o Observatório da Educação publicou entrevistas e reportagens sobre a remuneração do professorado atrelada ao desempenho de estudantes em avaliações. Leia aqui uma entrevista sobre o tema.

Estrutura da SEE

Além disso, o secretário anunciou que sua prioridade atual é promover uma “mudança da estrutura da secretaria”. Para ele, é fundamental “ter o diretor mais concentrado na ação pedagógica, e que as diretorias de ensino tenham estrutura e quadro de servidores técnicos que deem sustentação ao avanço pedagógico”. Trata-se, portanto, de uma “mudança da estrutura atrelada à criação de funções que darão sustentação administrativa para que as unidades escolares foquem o pedagógico”.

Nova página na Internet

Foi também anunciada, durante a última reunião do CEE, a nova página na Internet do conselho – http://www.ceesp.sp.gov.br/. A principal novidade é a publicização de pareceres, indicações e deliberações do conselho, até então não disponibilizados na rede.

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2 Comentários leave one →
  1. Carlos Henrique Tretel permalink
    maio 27, 2011 1:15 am

    Já o secretário de educação de Goiás, Thiago Peixoto, considera prioridade, fundamental mesmo, que se observe de fato o princípio da colaboração entre os entes federados, ao reclamar (vejam logo mais abaixo matéria publicada no site da Câmara, www2.camara.gov.br, recentemente) de desigualdades nos gastos públicos. Concordo, a primeira vista, com a definição de prioridade feita pelo secretário de Goiás. A prioridade eleita pelo paulista é diretamente vinculada à solução do problema levantado pelo goiano. Dependente dela, salvo melhor juízo. E o que vocês acham?
    E para acompanhar assunto tão complexo quanto esse, qual seja, a parcela dos gastos necessários sob a responsabilidade de cada ente federado para o atingimento de cada uma das metas do novo PNE, far-se-ia necessária também, acho eu, a criação de um site específico, um mega-site, quiçá co-patrocinado por Comissões e Conselhos de Educação, notadamente para o acompanhamento dos valores efetivamente alocados por cada ente federado. Definir a parcela de gastos de cada ente (de maneira transparente e democrática) já é um grande desafio; acompanhar a aplicação efetiva dessas parcelas a serem projetadas, muito maior desafio ainda. O que vocês acham?
    P.S.: faço comentário semelhante a este no MURAL do site do programa Salto para o Futuro(www.tvbrasil.org.br/salto) e no do telejornal Jornal da Cultura (www.tvcultura.com.br). Se preferirem, podem acrescentar comentários por lá também. Afinal de contas, a meu ver, nada de significativo mudará na educação, se esse tema não se fizer presente nas rodas de conversa diárias. Sugiro à TV Cultura já há algum tempo, por exemplo, a criação de um bloco diário (específico mesmo) em seu telejornal para acompanhar o tema educação. Vocês achariam isso importante também?

    25/05/2011 20:40
    Secretário de Educação reclama de desigualdade nos gastos públicos
    O secretário de Educação de Goiás e representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Thiago Peixoto, reclamou da distribuição dos gastos públicos em educação. Segundo ele, hoje 41,2% das aplicações diretas na área são responsabilidade dos estados, 39,1%, dos municípios e 19,7%, da União. Para Peixoto, os gastos estão desequilibrados e o Plano Nacional de Educação (PNE) deveria prever mais responsabilidades para a União.
    O professor da Universidade de São Paulo (USP) José Marcelino Pinto concordou com o desequilíbrio: “Hoje o governo federal, que fica com metade dos recursos, financia somente 20% da educação. O impacto é claramente desigual.”
    Para ajudar a resolver o problema, Thiago Peixoto propôs que o PNE (PL 8035/10) inclua, em cada uma de suas metas, a parcela dos gastos necessários sob responsabilidade de cada ente federado. “Caso contrário, o plano deixa de ser um plano para se tornar apenas uma carta de intenções”, argumentou. A ideia é garantir que pelo menos 30 a 35% dos gastos públicos em educação sejam arcados pela União.
    Continua:
    • Plano de Educação exige aplicação de 10% do PIB, diz especialista
    Íntegra da proposta:
    • PL-8035/2010
    Reportagem – Carolina Pompeu
    Edição – Newton Araújo

    A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara de Notícias’

    fonte: www2.camara.gov.br

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