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Academia Paulista de Educação lança revista no CEE-SP

fevereiro 7, 2012

Na primeira sessão plenária do Conselho Estadual de Educação de São Paulo em 2012, dia 1º de fevereiro, ex-conselheiros lançaram a revista da Academia Paulista de Educação (APE). Paulo Nathanael e Wander Soares, que fazem parte do conselho editorial da mesma, fizeram pequenos discursos de apresentação. O presidente da CEE, Hubert Alquéres, mencionou que vários conselheiros já fizeram ou fazem parte da Academia. É o caso dele e de Guiomar Namo de Mello, que são membros honorário e benemérito, respectivamente. Já entre os membros titulares, que possuem cadeira, fazem parte Rose Neubauer, João Grandino Rodas e João Palma – o último a ser eleito para uma cadeira da APE.

O assunto principal da edição são os 50 anos da 1ª Lei de Direitrizes e Bases da Educação (LDB). Os entrevistados falam principalmente da formação dos professores. Arnold Fioravante (advogado, membro do conselho editorial da revista, e criador da FMU – Faculdades Metropolitanas Unidas) problematiza o atual mau preparo dos professores, e sugere um curso preparatório nos cursos de graduação. “As empresas não podem esperar”, afirma. Como ex-deputado federal, Fioravante defendeu a municipalização do ensino fundamental.

A revista defende mais recursos para a educação (acima dos atuais 7% estipulados pela primeira versão do PNE apresentado no fim do ano passado). E, sobre a última LDB (sancionada em 1996), elogia a inovação dessa lei, que trata de educação à distância. Segundo Arnaldo Niskier, entrevistado, “trata-se da principal inovação da lei”.

Outros destaques da revista, além de notícias internas de funcionamento da Casa, é a nomeação do acadêmico João Palma, e o artigo “A qualidade da Educação em questão”, do conselheiro editorial Wander Soares.

Preocupado com a desvalorização da função professor, Wander lista como fatores para a baixa procura pela carreira do magistério, pela perda de prestígio que os próprios profissionais de educação, que “se encarregam, eles próprios, de propalar as mazelas da profissão, o que desestimula possíveis interessados em ingressar nessa linda carreira”.

Como solução, quem sabe, afirma, um discurso mais positivo possa elevar o debate e “recolocar o professor na significativa função que desempenha”.

Sobre a APE

Segundo informações de seu site, a Academia faz reuniões quinzenais e “desenvolve programa intenso para manter viva a memória de acadêmicos e educadores antecessores. A APE organiza eventos educacionais, pedagógicos, e escolares em todo o Estado de São Paulo”.

Fonte: http://www.apedu.org.br

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