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CME-SP recusa pedido de funcionamento da escola de educação infantil Monte Ararate

março 12, 2012
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A pauta da última sessão do Pleno do Conselho Municipal de Educação de São Paulo (CME-SP), ocorrida no último dia 8, foi o recurso contra o indeferimento (não atendimento) do pedido de funcionamento da Escola de Educação Infantil Monte Ararate, da Diretoria Regional de Ensino (DRE) da Penha (zona leste de São Paulo). Em outro momento, foram citadas notícias sobre os resultados do Saresp de 2011 e uma pesquisa envolvendo a USP.

Sobre o recurso, foi feita a leitura do agravo (a reportagem do Observatório não teve acesso ao documento para acompanhar) e a votação dos conselheiros/as sobre o funcionamento da escola, localizada na Rua Mercedes Lopes, n° 250, Penha.

“Existe uma legislação feita pelo Conselho, por toda experiência de acompanhamento das várias escolas, tentando dar condições para que elas existam e, ao mesmo tempo, policiando casos inadequados”, disse a relatora e conselheira titular do CME SP, Zilma de Morais R. de Oliveira.

A decisão dos conselheiros/as foi de manter o indeferimento. “O problema é que a escola está localizada no mesmo terreno de outro prédio, e também há áreas de risco. Foi atestado que havia uma infraestrutura inadequada quanto às escadas e há falta de espaços para brincar. Também havia problemas com os educadores, por existir pessoas não habilitadas para trabalhar na função, ou seja, educadoras trabalhando sem serem normalistas ou pedagogas”, explicou Zilma.

Doutores na USP e resultados do Saresp

Em outro momento da sessão, foram comentadas duas notícias. A primeira foi sobre “a divulgação feita pela imprensa apontando a Universidade de São Paulo (USP), como a instituição que mais forma doutores mundialmente”, disse a presidenta do CME-SP, Maria Lúcia Vanconcelos.

Para o conselheiro suplente Ocimar Alavarse, por trás da informação “há uma pressão que força o crescimento e coloca a USP nesse patamar”, disse. Também, outro desafio é que “sobre os professores há uma pressão pela produção acadêmica que pode desviar o foco na formação de professores”.

A segunda notícia comentada pelos conselheiros foi a divulgação dos resultados do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp). Os dados (acesse os gráficos) informam “que estávamos num viés de piora e agora voltamos ao patamar de 2009, então na verdade só paramos de piorar. Eu não sei o quanto a gente tem que se contentar com tão pouco”, ponderou Maria Lúcia.

“O grande desafio, até mesmo mundial, é o ensino médio. Não está saindo o resultado que era o esperado. Na classificação da Secretaria, 58% dos estudantes do 3º ano do ensino médio ficaram no item “abaixo do básico” em matemática, ou seja, é como se tivessem saído do ensino médio com uma média de 7ª série”, disse Alavarse.

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