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Fundação Padre Anchieta apresenta projetos educacionais ao Conselho

junho 14, 2012

A sessão plenária extraordinária do dia 13 de junho contou com a participação do professor Fernando Almeida, diretor de projetos educacionais da Fundação Padre Anchieta. Almeida foi convidado pelo prof. Hubert Alquéres para expor os projetos educacionais da Fundação Padre Anchieta e a programação educativa da TV Cultura ao Conselho.
O convite foi uma forma de colocar os conselheiros a par dos projetos educativos da Fundação, já que o presidente do Conselho Estadual de Educação de São Paulo tem uma cadeira no Conselho Curador da instituição. Das 18 reuniões em que esteve presente esse ano, o professor Hubert se impressionou “como a TV Cultura tem esse viés educacional tão forte”.
Almeida chamou atenção para a missão da Fundação Padre Anchieta de trazer o compromisso com a qualidade social da escola pública, através de projetos que buscam sanar as necessidades dessas escolas. Entre eles, o professor destacou o curso da EFAP (Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores Paulo Renato Souza), o curso de inglês online da EVESP (Escola Virtual de Programas Educacionais do Estado de São Paulo) – voltado para alunos do ensino médio e de EJA com foco na preparação para Olimpíadas e Copa do Mundo -, o programa Estadual de Qualificação de Professores, em parceria com a Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho de São Paulo, e a coleção multimídia de habilitações em eletrônica, informática e mecânica produzida em parceria com o Centro Paula Souza desde 2009.
Os produtos e serviços educacionais produzidos nos cinco anos da Fundação, elaborados com design multimídia e multiplataforma, devem ser disponibilizados para o público, em compromisso com a questão da transparência e uso do direito público. “A ideia é pegar esses produtos demandados pela Secretaria e pelas escolas e torná-los domínio público”, explicou Almeida.
Para a professora Eunice Durham, o ideal seria usar essa técnica da escola a distância para cobrir a demanda de professores de física e química, por exemplo. “Na ausência de professores qualificados, que a Fundação produza programas utilizando materiais já existentes”, defendeu a professora. Os conselheiros Arthur Fonseca Filho e Mauro de Salles Aguiar também concordaram com a professora que essa seria uma “metodologia inovadora para a educação pública”.

Lei de Acesso à Informação e dívidas de universidades privadas

Após a apresentação do professor Fernando Almeida, o professor Hubert começou a sessão plenária ordinária com informe sobre a posição do CEE-SP frente à Lei de Acesso à Informação, que entrou em vigor no dia 16 de maio desse ano, dizendo que “todos os pareceres estão disponíveis na internet de forma transparente. A ideia é que a convocação e a pauta das reuniões também sejam disponibilizadas em breve online”.
O professor Mauro Aguiar falou sobre uma reunião ocorrida no dia 4 de junho entre organizações da sociedade civil e o ministro da Educação Aloizio Mercadante, chamando atenção para o fato de que fora anunciado que diversas universidades privadas estariam com dívidas e criticou a atitude do governo de trocar essas dívidas por bolsas do ProUni: “para a oposição, as instituições privadas são um demônio a ser subjulgado, mas quando estão no poder, é inacreditável o favorecimento a elas”. “Isso também incentiva que as outras instituições sigam inadimplentes”, acrescentou Maria Cristina Storópoli.

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  1. Carlos Henrique Tretel permalink
    junho 22, 2012 12:40 am

    Tenho uma dúvida, gente observadora, o Programa Estadual de Qualificação de Professores se materializa através da Escola de Formação dos Professores do Estado de São Paulo? À primeira vista, acho que sim. E se assim for, a Escola de Formação dos Professores do Estado de São Paulo participará, através de Roseli Ventrella, sua representante na Série Desafios da Conjuntura promovida pelo próprio Observatório da Educação intitulada A EDUCAÇÃO INTEGRAL E O OFÍCIO DO(A) EDUCADOR(A) DE ARTE: O PAPEL DA ESCOLA, DAS ONGS E DAS INSTITUIÇÕES CULTURAIS a ser transmitido ao vivo pela internet no próximo dia 29. Veja convite veiculado pelo Observatório da Educação logo mais abaixo. Vale a pena acompanhar. A educação sendo discutida ao vivo, fato não muito comum lá pelos lados da TV Cultura. A última vez em que a educação pública esteve em debate ao vivo foi em 2007, se não me engano, no extinto programa Opinião Nacional. Naquela oportunidade estavam presentes na TV Cultura representantes dos professores e das ONGs, desde então pouco vistos por lá… Infelizmente. Mas dia 29 tem debate. E ao vivo. Quiçá anime a TV Cultura a repensar seu comportamento nada dialético. Quiçá. Um abraço a todos(as), Carlos.

    “Série Desafios da ConjunturaA educação integral e o ofício do(a) educador(a) de arte: o papel da Escola, das ONGs e das instituições culturais O Observatório da Educação da Ação Educativa coloca em pauta questões pouco presentes nos debates educacionais: como e por quem é desenvolvido o ensino de arte na educação formal e não-formal? Qual é a formação desses profissionais? Quais são os fazeres e propósitos do ensino de arte? Como instituições culturais e ONGs se relacionam com a escola na busca por uma educação integral? Quais as políticas públicas que promovem a arte e a cultura na intersecção com a educação? O debate será transmitido ao vivo pela internet http://www.observatoriodaeducacao.org.br/aovivo , com interpretação em LIBRAS e um bate-papo, onde os internautas poderão enviar perguntas aos debatedores. Participe! Debatedores:Adilson Faria (Dil) – arte-educador
    Antônio Nobrega – Instituto Brincante
    Carlos Eduardo Fernandes Jr. – professor de artes da EMEF Vereador Antônio Sampaio
    Stela Barbieri – Fundação Bienal de São Paulo
    Rosa Iavelberg – Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo – USP
    Roseli Ventrella – Escola de Formação dos Professores do Estado de São Paulo. Desafios da Conjuntura
    A educação integral e o ofício do(a) educador(a) de arteData: 29 de junho de 2012
    Credenciamento: a partir de 9h00
    Horário: 9h30 às 12h30
    Local: Auditório da Ação Educativa – Rua General Jardim, 660 – São Paulo, SP
    Inscrições: http://www.observatoriodaeducacao.org.brTransmissão interativa pela internet:
    http://www.observatoriodaeducacao.org.br/aovivo
    Interpretação para LIBRAS Realização:
    Observatório da Educação / Ação Educativa
    Instituto C&A”

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