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CME-Piracicaba: Novos indicados tomam posse

outubro 22, 2012

O blog De Olho nos Conselhos publica textos de cidadãos(ãs) que acompanham reuniões dos conselhos de educação de sua cidade ou estado, reservando-se o direito de editar as informações. O conteúdo do relato, de caráter pessoal, não é de responsabilidade do Observatório da Educação. Escreva para observatorio@acaoeducativa.org para participar.

Por Carlos Henrique Tretel, de Piracicaba (SP)

Na reunião extraordinária ocorrida na última quinta-feira (18/10), tomaram posse os novos indicados para a composição do Conselho de Educação de Piracicaba para a gestão 2012-2014. A lista dos titulares e suplentes ainda não foi divulgada.

O ponto alto da reunião foi o comprometimento de todos os presentes com a leitura atenta da lei de criação do CME-Piracicaba e do seu regimento. A presidente Sônia, que se despediu no evento, prontificou-se a encaminhar a todos, por e-mail, esses importantes documentos, uma vez que, pelo regimento, a partir de ontem começou a contar o prazo de 30 dias para que a nova diretoria seja eleita e o prazo de 90 dias para que eventuais alterações ao regimento sejam propostas e aprovadas. A escolha da nova diretoria ficou marcada para o dia 08/11.

Achei interessante a proposta do novo conselheiro Ronaldo (representante do segmento de pais) de sistematizar as eventuais propostas de alteração do regimento, mediante interação por e-mail com os demais conselheiros, objetivando, assim, quando da colocação do assunto em futura reunião, que não se perca tempo, uma vez que todos que se fizerem presentes para votação na ocasião estarão com isso inteirados das propostas de antemão, inclusive sobre os percentuais de concordância (ou não) de todas elas.

Acho, no entanto, que o conselheiro Ronaldo, além de valer-se de e-mails para esse trabalho de tabulação de idéias, poderia usar um suporte interativo como o oferecido por este blog da Ação Educativa, o De Olho nos Conselhos, para armazenamento das argumentações, favoráveis ou não, a essa ou aquela proposta, a fim de que até apuremos a coerência delas. Também impediria que os conselheiros ignorassem os emails em suas caixas de entrada, atravancando o processo de discussão.

Reitero o convite, por fim, para que aqui sejam postadas as eventuais propostas de mudança do regimento, bem como as argumentações que lhes darão possibilidade de aprovação.

 

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13 Comentários leave one →
  1. Carlos Henrique Tretel permalink
    outubro 22, 2012 7:26 pm

    Olá, boa noite a todos(as).
    Depois de ficar mais de 5 horas baixando, consegui assistir ao vídeo do youtube (indicado pela conselheira Tainá por e-mail) da palestra da professora doutora Vera Alves Cepêda, da UFSCAR, proferida por ocasião de recente curso de formação para conselheiros aqui em Piracicaba. Está disponível no http://www.youtube.com/watch?v=Bc5YLcue_EA. Vale a pena conferir, notadamente quanto aos problemas por ela identificados para a melhoria da atuação dos conselhos em geral, quais sejam, agenda, deliberação, recrutamento e duração/reciclagem. Sugiro especial atenção para as questões que mais nos afetam, a meu ver, quais sejam, o problema da agenda e da deliberação, assuntos tratados pela professora (com muita propriedade) depois de decorrida aproximadamente uma hora e oito minutos de gravação (o tempo de duração total do vídeo é de 1 hora e quatorze minutos mais ou menos) e que merecem, a meu ver, especial reflexão por parte do CME-Piracicaba.
    Valando-me também de colaboração enviada por e-mail , só que agora recebido da colaboradora Sônia, reproduzo logo mais abaixo a relação dos conselheiros atuais do CME-Piracicaba.
    Há também outra dica boa da conselheira Simone entre os e-mails que se trocam no momento por sugestão do conselheiro Ronaldo, ao que parece para um encontro na Casa do Bom Menino, mas que, infelizmente, não consigo visualizar entre as inúmeras mensagens de minha caixa postal.
    Ficaria mais fácil (e organizado) se os conselheiros ficassem à vontade para postar por aqui e por conta própria suas dicas, seus textos e vídeos preferidos, e, como bem lembrou a professora Vera Alves em sua palestra, para organizar debates de idéias, parte do que vem a ser (como bem lembrou ela) o exercício de deliberação.
    Vamos lá, minha gente. Fiquem à vontade para postar as belezuras que bem desejarem. A mediação feita pelo pessoal da Ação Educativa de São Paulo restringe-se, salvo melhor juízo, a excessos impublicáveis, o que, certamente, não acontecerá com o material que lhes enviarmos. Não é mesmo? A conselheira Rosa, por exemplo, escreveu um texto belíssimo, daqueles que agregam tempero à discussão, mas que está, infelizmente, perdido entre milhares de mensagens automáticas pelo não recebimento ou por caixa postal atolada ou coisas do tipo. Um desperdício. Coragem, Rosa, se é que posso chamá-la assim, utilize esse espaço. E ajude-nos, assim, a, em breve, quiçá, construirmos a síntese do nosso pensamento. Estamos longe disso, bem sabemos. Mas para chegarmos lá, temos que nos valer de um suporte melhor, de um blog, posto favorecer a organização. Que pode ser este aqui da Ação Educativa. E não se preocupe, Ronaldo, quanto à necessidade de filtrar as mensagens, como você colocou em uma de suas mensagens por e-mail. À medida que o pessoal for postando suas argumentações, o próprio coletivo se incumbe naturalmente de dar uns toques, poderíamos assim dizer, a esse ou aquele conselheiro (ou mesmo ouvinte) quando necessário. Ou seja, a filtragem pode ser feita, a meu ver, ao vivo, em tempo real, à medida que as pessoas forem se soltando. E isso somente se for necessário. E, em todo caso, sempre mediante a correção fraterna. Você não acha? Um abraço a todos(as).

    Conselho Municipal de Educação
    Piracicaba – SP
    Rua Dr. Antonio Augusto Barros Penteado,17
    Jardim Elite Cep 13417380
    cme.piracicaba.sp@gmail.com

    RELAÇÃO DOS NOMES DOS CONSELHEIROS

    Conselho Coordenador das Entidades Civis

    Titular: José Chabregas

    Suplente: Antonio Agostinho Caporali de Souza

    Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente

    Titular: Maria Madalena Tricânico de C. Silveira

    Suplente: Dante Roberto Maciel Blezins Oliveira

    Conselho Tutelar

    Titular : Zélia dos Reis

    Suplente: Daniela Maria Sbravatti

    Diretoria Regional de Ensino de Piracicaba

    Titular: Letícia Vidor de Sousa Reis

    Suplente: Maria Edilaine C. Pinto

    Entidades Educacionais de Ensino Especial

    Titular: Tainá-Rekã Wanderley de Paula

    Suplente: Rosa Maria Pompeu Ferreira

    Funcionários da Rede Municipal de Ensino

    Titular: Anilton Fernandes Rissato

    Suplente: Renata Schiavon

    Titular: Alessandra B. Nunes

    Suplente: Sarah R. M. Soares Kalil

    Instituições de Educação Infantil mantidas pela iniciativa privada

    Titular: Marilice Trentini Oliveira

    Suplente: Ivone Oliveira Tavernard

    Instituições de Ensino – Nível Superior

    Titular: Josiane Mª de Souza

    Suplente: Dagmar de Paula Queluz

    Instituições de Ensino – Nível Técnico

    Titular: José Fábio Paes

    Suplente: Cláudio Volcov

    Pais de Alunos da Rede Municipal de Ensino

    Titular: Ronaldo Maciel

    Suplente: Adriana de Souza Santos

    Pais de Alunos da Rede Estadual de Ensino

    Titular: Simone Portugal

    Suplente: Veronice Rocha dos Santos

    Secretaria Municipal de Educação

    Titular: Sandra Helena Perina

    Suplente: Elaine Galani Abadejo

    Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Piracicaba, São Pedro e região

    Titular: José Alexandre Pereira

    Suplente: Antonio Barrichello

  2. Carlos Henrique Tretel permalink
    outubro 24, 2012 12:23 pm

    Olá, boa noite a todos(as). Acabo de receber, por e-mail da conselheira Simone, a programação do evento a que me referi em minha mensagem anterior. Reproduzo-a logo mais abaixo. O site para efeito de inscrição é o http://casadobommeninopiracicaba.org.br.

    PROGRAMAÇÃO
    SEXTA – 26/10
    18h00 – Credenciamento;
    19h00 – Abertura – Casa do Bom Menino, Conselho Regional de Psicologia e Autoridades
    19h30 – Mesa Introdutória – “Que rede é essa?”
    Dayse Bernardi, Psicóloga, mestre em Psicologia Social (PUC/SP), Especialista em Psicologia Jurídica e em violência doméstica contra crianças e adolescentes (USP); coordenadora do Curso de Especialização em Psicologia Jurídica do Instituto Sedes Sapientiae; pesquisadora associada e membro da diretoria do NECA, consultora sobre Sistema de Garantia de Direitos e medidas protetivas da infância e da juventude. Co-autora do SIABRIGOS e autora, entre outros, do livro “Cada caso é um caso: a voz da criança e do adolescente em situação de abrigamento”, da coleção Abrigos em Movimento, publicada pelo NECA e Instituto Fazendo História, com apoio da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República.
    20h30 – Perguntas

    SÁBADO – 27/10
    8h00 – 8h30 – Café da manhã
    8h30 – Mesa – Fracasso escolar: Responsabilidade de quem?
    Yara Sayão, Psicóloga do Serviço de Psicologia Escolar do Instituto de Psicologia da USP.
    Paula Bocaiúva, Assistente Social, coordenadora do Serviço Social Escolar do Município de Limeira.
    10h00 – 10h15 – Intervalo + apresentação cultural
    10h30 – 12h00 – Mesa: O adolescente em conflito com a lei: a relação da questão social com atos infracionais .
    Fabiana Carvalho, Assistente Social, mestre em educação na UNESP, doutoranda em Serviço Social pela PUC- SP, bolsista Capes e Autora do Livro: Adolescente em Liberdade Assistida: algumas histórias.
    Artur Lauande Mucci: coordenador do programa Refugiados Urbanos do Projeto Quixote, é historiador graduado pela UNESP-Franca e especialista em Gestão Pública pela FESPSP, atualmente cursando mestrado pela UNIFESP no departamento de Saúde Coletiva.
    12h00 – 13h30 – Intervalo para Almoço
    14h00 – Mesa – Juventude e autonomia: relação entre protagonismo e acesso.
    Marisa Cury, CIEE – Psicóloga formada e pós graduada em Educação Especial pela na Universidade Metodista de Piracicaba. Experiência de 11 anos em Educação Especial e trabalha há 22 anos no CIEE, promovendo a integração do jovem ao mercado de trabalho em programas de estágio e aprendizagem.
    Tâmara Evelyn, Diretora Executiva do Projeto Pérola de Sorocaba – SP, especialista em gestão em marketing e gestão estratégica de negócios.
    Daniel Garnet – Rapper de Piracicaba, SP
    16h30 – Fechamento

    Att

    Nidia Lissia Siviero Salvaia
    Organização

    • Simone Portugal permalink
      outubro 29, 2012 2:20 am

      Olá toda gente, bom dia! Quero compartilhar com vocês minhas impressões sobre o “Iº Seminário Municipal da Infância e da Juventude – Que Rede é Essa”?, do qual eu, além das conselheiras Zélia, Daniela e Madalena, bem como nossa querida Ivete, conselheira na gestão anterior, participamos. Aproveito já para pedir a elas que me ajudem, complementando e colocando suas visões sobre o evento. Da organização na operacionalização do mesmo (tudo muito simples, mas transbordante de carinho e cuidado), à escolha dos palestrantes, a minha avaliação é bastante positiva. Louvável a inciativa da Casa do Bom Menino de Piracicaba, associação filantrópica, fundada em 1962, que abriga crianças e adolescentes em situação de risco e vulnerabilidade social, promover esta oportunidade de diálogo, tão necessário para o mapeamento, a aproximação e a articulação em rede dos atores envolvidos com a questão da infância e da juventude no nosso município. Tristes e arrasadores os dados da Unicef sobre as condições de nossas crianças e jovens, apresentados pelo presidente da Casa, Dr. Guilherme Morais. Todos os dias no Brasil, 100 crianças morrem e 18 mil são espancadas! E no mundo 800 milhões de pessoas deitam-se com fome, sendo 300 milhões, crianças!
      “200 millones de niños en el mundo duermen hoy en las calles, ninguno es cubano”! Esta frase, estampada num outdoor em Cuba, me faz pensar que, com toda a crítica que se possa fazer ao regime de Fidel Castro, deve ser motivo de orgulho a um país manter a “Infância ( a idade sagrada anos sensíveis em que nascem as virtudes e os vícios humanos”, título de interessante livro da terapeuta Evânia Reichert) preservada e respeitada.
      A ideia dessa Rede é, identificado o problema familiar, que todos os setores (saúde, educação, serviço social) unam esforços, buscando-se auxiliar na recuperação da família, para que a casa de acolhimento seja a última opçao! É bom reforçar o que tão claramente foi dito e que lá no fundo de nossa consciência já sabemos, mas a rotina alienadora de nosso dia a dia, faz esquecer: “cuidar de “nossas” crianças e jovens é dever do Estado e de toda a sociedade! Respeitar os princípios constitucionais, a dignidade humana, a igualdade de direitos é um grande desafio, num país em que a cada dia 19 adolescentes são assassinados, em que 7,9 milhóes de adolescentes vivem em famílias com renda per capita inferior a meio salário mínimo (dados Unicef 2011). Vamos lembrar que a corresponsabilidade pela vida social está na constituição e que não se pode analisar essa questão social, reduzindo-a ao indivíduo, descartando sua natureza coletiva, sem considerar os 388 anos de escravidão vividos em nosso país. Muito interessante a colocação da psicóloga Yara Sayão, do Serviço de Psicologia Escolar do Insituto de Psicologia da USP, nos lembrando que o “fracasso escolar é o fracasso de toda a sociedade” e as palavras de Artur Mucci, coordenador do projeto Quixote, programa de refugiados urbanos de São Paulo, sobre como a família, a comunidade, a história de cada pessoa revela quem ela é. Participar deste encontro só me fez reforçar o desejo de que nosso Conselho possa atuar com força nessa Rede, contribuindo na busca de respostas a todos os desafios que nele foram colocados. Conversei também com a promotora de justiça da infância e juventude, Dra. Milene Abissi(?), que se colocou à disposição para estar conosco em alguma reunião e ajudar no que for possível. abraço vcs, Simone Portugal

      • Carlos Henrique Tretel permalink
        outubro 29, 2012 10:42 pm

        P.S.:
        Sugestão de leitura:CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO E DEMOCRACIA PARTICIPATIVA. Tese defendida pela promotora pública Dra. Maria Izabel do Amaral Sampaio Castro e aprovada, por unanimidade, no Congresso Nacional do Ministério Público, realizado entre os dias 23 a 26 de novembro de 2011, na cidade de Belém-PA, disponível no site do Ministério Público, http://www.mp.sp.gov.br/portal/page/portal/Educacao/Doutrina .

      • Carlos Henrique Tretel permalink
        outubro 29, 2012 11:13 pm

        P.S. 2 – AINDA SUGESTÕES DE LEITURA. Sem prejuízo de eventuais indicações de leitura por parte da promotora de justiça, Dra. Milene, reproduzo a lista dos textos disponíveis no site do Ministério Público relacionados à educação. E, em tempo: Dr. Murilo José Digiácomo (O ATO DE INDISCIPLINA: COMO PROCEDER?) é aquele promotor de justiça do Paraná que este por aqui há muitos anos atrás proferindo palestra?

        DOUTRINA

        A JUDICIALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO – Dr. Luiz Antonio Miguel Ferreira

        O ATO DE INDISCIPLINA: COMO PROCEDER??? – Dr. Murilo José Digiácomo

        EDUCAÇÃO EM VALORES E O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – Dr. Luiz Antonio Miguel Ferreira

        JUSTIÇA E EDUCAÇÃO COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL – Dr. Paulo Afonso Garrido de Paula

        ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS – DA INAPLICABILIDADE DO PARECER 07/2007 DO CNE – Dr. Lélio Ferraz de Siqueira Neto

        TRANSPORTE ESCOLAR: A OBRIGAÇÃO DO PODER PÚBLICO MUNICIPAL NO DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA: ASPECTOS JURÍDICOS RELEVANTES – Dr. Patrícia Collat Bento Feijó

        EVASÃO ESCOLAR: NÃO BASTA COMUNICAR E AS MÃOS LAVAR – Dr. Murilo José Digiácomo

        EVASÃO ESCOLAR – Dr. Luiz Antonio Miguel Ferreira

        NORMAS GERAIS DE CONDUTA ESCOLAR – Secretaria Estadual de Educação

        A INCLUSÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE COM DEFICIÊNCIA, NA EDUCAÇÃO – Dr. Luiz Antonio Miguel Ferreira
        Estudo sobre a situação de crianças e adolescentes com deficiência que freqüentam entidades assistenciais no Município de Presidente Prudente/SP e a sua inclusão na educação.
        SUBSÍDIOS AO MINISTÉRIO PÚBLICO PARA ACOMPANHAMENTO DO FUNDEB

        MANUAL DE ORIENTAÇÃO FUNDEB – 2009

        CARTILHA – INSTITUIÇÕES PRIVADAS DO ENSINO SUPERIOR – 2007

        GUIA – INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE NO EQUIPAMENTO URBANO ESCOLA – Promotoria de Justiça de Presidente Prudente

        REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

        PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR
        Pesquisa realizada pela FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – Junho de 2009
        DOCUMENTO NORTEADOR PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO – PME, DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA – MEC – ANO DE 2005.

        VIOLÊNCIA NA ESCOLA: OS SINAIS DE BULLYING E O OLHAR NECESSÁRIO AOS SENTIMENTOS – Luciene Regina Paulino Tognetta – Faculdade de Educação UNICAMP

        ESTAMOS EM CONFLITO: EU, COMIGO E COM VOCÊ! UMA REFLEXÃO SOBRE O BULLYING E SUAS CAUSAS AFETIVAS – Luciene Regina Paulino Tognetta e Telma Pileggi Vinha – Faculdade de Educação UNICAMP

        BULLYING: DE ONDE VEM A VIOLÊNCIA QUE ASSOLA A ESCOLA? – Luciene Regina Paulino Tognetta – Faculdade de Educação UNICAMP

        BULLYING E INTERVENÇÃO NO BRASIL: UM PROBLEMA AINDA SEM SOLUÇÃO – Luciene Regina Paulino Tognetta e Telma Pileggi Vinha -Faculdade de Educação UNICAMP

        CYBERBULLYING: QUANDO A VIOLÊNCIA É VIRTUAL – UM ESTUDO SOBRE A INCIDÊNCIA E SUA RELAÇÃO COM AS RESPRESENTAÇÕES DE SI EM ADOLESCENTES – Luciene Regina Paulino Tognetta e Thais Cristina Leite Bozza – Faculdade de Educação UNICAMP

        BULLYING E VIOLÊNCIA NA ESCOLA: ENTRE O QUE SE DESEJA E O QUE REALMENTE SE FAZ – Luciene Regina Paulino Tognetta e Telma Pileggi Vinha – Faculdade de Educação UNICAMP

        É EXPRESSAMENTE PROIBIDO USAR BONÉ NA ESCOLA – Alencar Luiz Zanon – Professor da rede Estadual de Educação do Paraná e Municipal de Ensino de Curitiba.

        RELAÇÃO ENTRE AS CONDIÇÕES DA MORADIA E O DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO COM CRIANÇAS RESIDENTES EM CORTIÇOS – Luiz Tokuzi Kohara

        Experiência Prática – Congresso de Direitos Sociais – 29/06 a 1º/07/2011
        Combate à Violência Escolar – Luiz Antonio Miguel Ferreira (Promotor de Justiça da Infância e Juventude de Presidente Prudente e Coordenador do Centro de Apoio Operacional da Educação) e José Wagner Parrão Molina (Juiz de Direito da Infância e Juventude de Presidente Prudente)
        Experiência Prática – Congresso de Direitos Sociais – 29/06 a 1º/07/2011
        Combate à Violência Escolar – Luiz Antonio Miguel Ferreira (Promotor de Justiça da Infância e Juventude de Presidente Prudente e Coordenador do Centro de Apoio Operacional da Educação) e José Wagner Parrão Molina (Juiz de Direito da Infância e Juventude de Presidente Prudente)
        O CELULAR E O PROFESSOR – Dr. Luiz Antonio Miguel Ferreira

        CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO E DEMOCRACIA PARTICIPATIVA – Tese apresentada pela Dra. Maria Izabel do Amaral Sampaio Castro

        CORTE ETÁRIO – EM DEFESA DA INFÂNCIA E DA EDUCAÇÃO INFANTIL
        Artigo do Dr. João Paulo Faustinoni e Silva, Promotor de Justiça da Infância e da Juventude integrante do Grupo de Atuação Especial de Educação do Ministério Público do Estado de São Paulo, sobre os aspectos legais relativos à idade mínima para ingresso da criança no ensino fundamental.
        PROGRESSÃO CONTINUADA NAS ESCOLAS PÚBLICAS: DISTORÇÕES NO MODELO, APROVAÇÃO AUTOMÁTICA, DANOS À INFÂNCIA E JUVENTUDE, E A CRÍTICA DOS ESPECIALISTAS EM EDUCAÇÃO – Dr. Fausto Luciano Panicacci

        A AVALIAÇÃO NA E DA EDUCAÇÃO INFANTIL – Vital Didonet

        O MINISTÉRIO PÚBLICO E ALGUMAS CONTRIBUIÇÕES POSSÍVEIS À QUALIDADE DA EDUCAÇÃO – Dr. Antonio Carlos Ozório Nunes

      • Carlos Henrique Tretel permalink
        outubro 31, 2012 10:53 pm

        Olá, Simone. Não consegui assistir ao filme que você nos indica por e-mail e à reportagem que você me indicou pessoalmente. Ao filme porque a minha internet é à lenha, ora demora dias para baixar um vídeo ora (como é o caso) não consegue baixá-lo por cair repetidamente a conexão. À reportagem porque não localizei-a no google. Você poderia me ajudar? Você tem o filme gravado em dvd para me emprestar? E mais informações sobre a reportagem? Um abraço, Carlos.

      • Carlos Henrique Tretel permalink
        novembro 1, 2012 12:06 am

        P.S. 3 – MAIS (PORQUE BOAS)SUGESTÕES DE LEITURA.
        Vale a pena acompanhar, também, os destaques do Boletim em Ação (da Ação Educativa) de outubro de 2012. Para ler as matérias completas acesse http://www.acaoeducativa.org.br. Boas leituras. E um bom final de semana a todos(as).

        FIQUE LIGAD@

        Produzir um maior entendimento sobre as tensões, desafios e possibilidades de articulação entre educação e trabalho na vida dos/as jovens. Este é o objetivo do Seminário Juventude, Educação e Trabalho, que será realizado em São Paulo, nos dias 6 e 7 de dezembro, pela Ação Educativa. Em debate, temas como a conciliação de estudo e trabalho, o papel da educação básica na formação para o trabalho, as experiências de qualificação profissional, os caminhos de expansão do ensino técnico e os programas de qualificação e inserção de jovens no mundo do trabalho.
        As inscrições vão de 5 a 25 de novembro em http://www.acaoeducativa.org

        OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO
        1- “Falta articulação política para mudar a condição do professor no Brasil”, diz Bernadete Gatti
        2- Decreto contra violência nas escolas e protestos de professores rurais são destaques na imprensa boliviana

        AÇÃO NA ESCOLA
        Rede Nepso realiza em novembro seminários de divulgação das pesquisas realizadas em 2012

        AÇÃO NA JUSTIÇA
        Veja os principais conceitos abordados no curso Educação, Relações Raciais e Direitos Humanos

        EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
        1- Ação Educativa participa de atividades de cooperação com países africanos de língua portuguesa
        2- Ação Educativa realiza seminário de pesquisa sobre Educação de Jovens e Adultos
        3- Plenária debate encaminhamentos do 6º Seminário Estadual de EJA de SP

        JUVENTUDE
        1- Educação de jovens e o mundo do trabalho é tema de seminário na Ação Educativa
        2- Educadores participam de formação sobre jovens e escolha profissional
        3- Articulação denuncia genocídio da juventude negra e reivindica nova política de segurança

        AÇÃO EM REDE
        1- Campanha Nacional pelo Direito à Educação completa 13 anos de muitas lutas e conquistas
        2- Fundadores relembram os primeiros anos de luta da Campanha Nacional pelo Direito à Educação
        3- Artigo: Quem são nossos juízes?
        4- Em sabatina no Senado, novo ministro do STF é questionado sobre temas ligados a direitos humanos
        5- Marco regulatório para as organizações da sociedade civil – sonho coletivo, agenda atual e desafio mundial
        6- Depois da Ficha Limpa, projeto de lei de iniciativa popular propõe reforma política ampla
        7- Campanha e MEC formarão grupo de trabalho para discutir o Custo Aluno Qualidade Inicial
        8- Tema da Semana de Ação Mundial 2013 será a valorização dos profissionais da educação

      • Carlos Henrique Tretel permalink
        novembro 24, 2012 10:24 am

        Olá! Pois bem. Dr. Murillo José Digiácomo é, realmente, aquele Promotor de Justiça do Estado do Paraná que nos visitou em passado distante. Talvez o pessoal do Conselho Tutelar (que, se não me falha a memória, à época promoveu a vinda do ilustre Promotor à cidade) possa precisar esse momento histórico, algo em torno, salvo melhor juízo, de uma década atrás. De qualquer forma, Dr. Murillo é sempre atual. Entre os seus escritos, se pode encontrar o que abaixo reproduzo, de grande interesse, por sinal, tendo em vista que o assunto PPA tem dominado (ainda que sem a necessária transparência) as rodas de conversa de que tem participado atualmente o CME.
        Ao final de seu texto, deixa o ilustre Promotor, gentilmente, e-mail e telefone para eventuais contatos, além de uma boa dica de acesso a importantes, necessárias mesmo leituras através do site do Ministério Público do Estado do Paraná.
        Vamos convidá-lo também, Simone, para interagir conosco por aqui, pelo De Olho nos Conselhos?

        “Plano orçamentário plurianual e a prioridade absoluta à criança e ao adolescente

        O Plano Orçamentário Plurianual e a prioridade absoluta à criança e ao adolescente. Necessidade de intervenção dos Conselhos Estaduais de Direitos da Criança e do Adolescente e da Assistência Social.

        Murillo José Digiácomo Promotor de Justiça no Estado do Paraná.

        Como sabemos, com a assunção do novo Presidente da República e novos governadores, a nível nacional e em todos os estados da Federação encontra-se em fase de elaboração o “Plano Orçamentário Plurianual”, contemplando metas orçamentárias para os próximos 04 (quatro) anos de governo.

        De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/00, notadamente em seus arts.48 e 49), a elaboração desse “Plano Plurianual”, assim como de outras leis orçamentárias, precisa contar com a participação popular, seja pela via direta, através de audiências públicas, consultas à população etc., seja por intermédio das entidades civis que representam seus mais diversos segmentos (como a própria Associação Brasileira dos Magistrados e Promotores de Justiça da Infância e Juventude – AMBP), sem é claro perder de vista os mais diversos conselhos populares, onde a sociedade civil organizada tem vez e voz.

        Importante não perder de vista, quando da elaboração do “Plano Orçamentário Plurianual”, que na forma da Lei nº 8.069/90 (notadamente seus arts.4º, caput e par. único, alíneas “c” e “d”) e da Constituição Federal (conforme enunciado de seu art.227, caput), é necessário que seja assegurada a mais absoluta prioridade à criança e ao adolescente, a começar pelas políticas sociais básicas (conforme art.87, inciso I, da Lei nº 8.069/90) e passando pelas políticas de assistência social, para aqueles que necessitem (conforme art.87, inciso II, da Lei nº 8.069/90 e art.23, par. único, da Lei nº 8.742/93 – Lei Orgânica da Assistência Social), sem perder de vista as políticas de proteção especial (como é o caso, apenas a título de exemplo, da indispensável criação de programas específicos de tratamento para dependentes químicos/usuários de substâncias entorpecentes, prevista nada menos que pelo art.227, §3º, inciso VII da Constituição Federal, além de também contida no art.101, incisos V e VI, da Lei nº 8.069/90 programas estes que deverão ser desenvolvidos e contemplados com recursos oriundos da área da saúde, que como sabemos atualmente conta com percentual mínimo determinado pela Constituição Federal).

        Para que isto ocorra, é fundamental que os Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente e de Assistência Social, a nível nacional e estadual sem embargo de outros que porventura estejam a eles vinculados e/ou também tenham competência (diga-se poder-dever) deliberativa quanto às política públicas nas áreas em que atuam., estejam em adequado funcionamento, cumprindo sua missão constitucional de elaborar políticas públicas para suas respectivas áreas de atuação (o que no caso do Conselho da Criança compreende os diversos setores de governo que, direta ou indiretamente, têm atuação na área infanto-juvenil, como saúde, educação, transporte etc.), que deverão ser contempladas – e repita-se, em regime de absoluta prioridade – nos diversos planos orçamentários.

        Vale lembrar que um dos principais objetivos da criação de tais Conselhos, enquanto órgãos deliberativos (investidos, na forma da lei e da Constituição Federal de competência executiva típica, ou seja, de efetivo poder de decisão nas áreas onde atuam) e de composição paritária entre governo e sociedade, é dar vez e voz aos diversos segmentos representativos da sociedade, que têm o direito e acima de tudo o dever de participar ativamente das decisões de governo que, em última análise, irão a todos afetar.
        Para tanto, é fundamental que os referidos Conselhos promovam estudos e efetuem, em parceria com órgãos oficiais e privados (como o IBGE e institutos públicos de pesquisa, universidades etc.) o mais completo e confiável levantamento de dados acerca das maiores demandas e deficiências estruturais existentes nas suas respectivas áreas de atuação, estabelecendo metas e elaborando um planejamento para progressiva solução dos problemas a seu cargo que, por óbvio, não comporta vinculação político-partidária e deve sobreviver à eventual alternância de mandatos entre os governantes.
        Ocorre que em muitos Estados da Federação A atuação dos Conselhos a nível nacional também tem deixado muito a desejar., pelas mais diversas razões, os Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente e da Assistência Social, tanto a nível estadual quanto municipal, não têm realizado a contento seu papel constitucional, ficando relegados a um papel secundário no que diz respeito à elaboração das políticas públicas que lhes são afetas, muitas vezes tendo de administrar os parcos recursos orçamentários que lhes são destinados na rubrica relativa aos Fundos Especiais dos Direitos da Infância e Adolescência e da Assistência Social que gerenciam.

        Essa verdadeira capitis diminutio não raro auto-infligida pelos próprios Conselhos acima referidos, parte da premissa equivocada que seu poder de decisão estaria condicionado ao montante e à própria (e eventual) existência de recursos suficientes nos referidos Fundos Especiais, se esquecendo que, na forma da Lei e, acima de tudo, da Constituição Federal, são aqueles verdadeiras instâncias de governo, com amplos poderes decisórios, cujo limite de atuação se encontra na própria capacidade orçamentária e financeira do ente federado respectivo Os Fundos Especiais geridos pelos Conselhos de Direitos, na verdade representam um plus orçamentário e financeiro, servindo para facilitar a arrecadação de recursos, por exemplo, por intermédio de multas administrativas (na forma dos arts.245 usque 258 c/c arts.194 usque 197 e 154, todos da Lei nº 8.069/90) e cominadas em sede de ações civis públicas (conforme disposto nos arts.213 e 214, da Lei nº 8.069/90).

        E mais. Em se tratando do Conselho de Direitos da Criança e do Adolescente, consoante alhures ventilado, sua atuação deve ter por pressuposto o princípio constitucional da absoluta prioridade à criança e ao adolescente, que na forma da Lei nº 8.069/90 compreende a “preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas” e na “destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude” (conforme art.4º, par. único, alíneas “c” e “d”, da Lei nº 8.069/90).

        Para que possam bem e fielmente desempenhar seus misteres legais e constitucionais, portanto, devem os Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente e da Assistência Social assumir a vanguarda das discussões relativas às mais diversas leis orçamentárias, a começar pelo “Plano Orçamentário Plurianual”, que deve o quanto possível se adequar ao planejamento que, se espera, já foi e/ou está sendo elaborado por aqueles órgãos deliberativos, sendo necessário em qualquer hipótese, na forma da Lei e da Constituição Federal, assegurar a mais absoluta prioridade para a implementação, aprimoramento e/ou incremento de políticas públicas destinadas a atender o segmento infanto-juvenil.
        Assim sendo, reputa-se imprescindível que os Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente e da Assistência Social de todos os Estados da Federação sejam instados a participar, de forma ativa e efetiva, do processo de elaboração do aludido “Plano Orçamentário Plurianual” em todas as unidades da Federação, devendo para tanto apresentar ao órgão administrativo competente (Secretaria de Planejamento, Finanças ou equivalente Que talvez já faça parte de um ou de ambos os Conselhos.) o planejamento que já tiver no que diz respeito à implementação de políticas, a nível estadual, para suas respectivas áreas de atuação e/ou traçar novos planos e metas, tendo sempre em vista a realidade social e financeira do Estado (strictu sensu).

        Tal provocação pode se dar tanto por intermédio da representação estadual da ABMP Que recentemente passou a integrar o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – CONANDA, tendo sito já foi sugerido que as representações estaduais da ABMP, dada “capilaridade” (e conseqüente representatividade) em todos os municípios de todos os Estados da Federação, concorresse a uma das vagas da Sociedade Civil nos Conselhos Estaduais de Direitos da Criança e do Adolescente, a exemplo do que fez a nível nacional, tendo assim a possibilidade real de participar diretamente da definição e controle da execução das políticas públicas voltadas à criança e ao adolescente em todas as unidades da Federação., quanto por iniciativa dos Centros de Apoio Operacionais das Promotorias da Infância e Juventude (em parceria com outros encarregados dos direitos e garantias constitucionais e/ou da cidadania Pois afinal, a prioridade absoluta à criança e ao adolescente nas leis orçamentárias é direito constitucionalmente garantido a todo cidadão, em especial àqueles com idade inferior a 18 (dezoito) anos.) e seus equivalentes a serviço dos Juizados da Infância e Juventude, isto sem falar, é claro, de provocações similares levadas a efeito de forma sistemática (e de preferência articulada) pelos próprios Juizados da Infância e Juventude Importante mencionar que a inércia do Juiz da Infância e Juventude ante os problemas sociais e estruturais que afligem a área infanto-juvenil não mais é compatível com os ditames e sistemática estabelecida pela “Doutrina da Proteção Integral à Criança e ao Adolescente” e disposições legais como as contidas nos arts.1º, 3º, 4º, 5º, 6º, 18, 70, 98, inciso I e 221, todos da Lei nº 8.069/90, apenas para citar alguns. (que bem conhecem as deficiências estruturais existentes a nível municipal e estadual), bem como por parte dos órgãos do Ministério Público que atuem junto àqueles Pois afinal, na forma do art.201, inciso VIII, da Lei nº 8.069/90, cabe a ambos “zelar pelo efetivo respeito aos direitos e garantias legais assegurados à criança e ao adolescente…”, através de medidas de ordem administrativa (como a prevista no art.201, §5º, alínea “c” da Lei nº 8.069/90) e o compromisso de ajustamento de conduta (previsto no art.211, do mesmo Diploma Legal) ou se necessário judiciais, para o que existe todo um “arsenal” de ações a serem manejadas, como se verifica da análise do art.208 e seguintes, também da Lei nº 8.069/90.

        A aludida provocação deve ser acompanhada da devida orientação sobre como proceder para consolidação do papel dos Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente e da Assistência Social como verdadeiras instâncias deliberativas quanto às políticas públicas nas suas respectivas áreas de atuação e de controle social, no que diz respeito à sua efetiva implementação por parte do Executivo local, sendo fundamental que naqueles impere a transparência e a representatividade popular, que não pode estar circunscrita às entidades que, eventualmente, componham sua ala não governamental As entidades que compõe a ala não governamental de ambos os Conselhos devem ser conscientizadas de que exercem um mandato popular, sendo imprescindível que participem dos Fóruns de Direito da Criança e do Adolescente (Fórum-DCA) e mesmo que promovam, periodicamente, reuniões com as demais entidades com atuação na área da criança e do adolescente, delas colhendo subsídios para suas intervenções e votos quando das sessões deliberativas nas quais participarão.

        Os integrantes da ABMP, seja a nível municipal ou, como no caso se propõe, a nível estadual Estamos convictos que a ABMP irá revolucionar o funcionamento do CONANDA, com destacada atuação a nível nacional., têm muito a contribuir com o aprimoramento das atividades desenvolvidas pelos aludidos Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente e da Assistência Social, a eles emprestando um pouco do conhecimento jurídico que possuem e assim orientando e, se necessário, cobrando o fiel desempenho do relevante papel que lhes foi reservado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei Orgânica da Assistência Social e, acima de tudo, pela Constituição Federal.

        O momento de agir é agora, pois do contrário a falta de planejamento e previsão de recursos nas leis orçamentárias poderá ser no futuro invocada como óbice às ações que se pretenda desenvolver e programas que se pretenda implementar nas áreas citadas, em prejuízo direto a nossas crianças e adolescentes.

        No site do Ministério Público do Estado do Paraná, mais especificamente na página do Centro de Apóio Operacional das Promotorias da Criança e do Adolescente na internet (que poderá ser acessado através do seguinte endereço eletrônico: http://www.mp.pr.gov.br, com “cliques” sucessivos nos tópicos “criança e adolescente”, “doutrina”, “ofícios circulares/de interesse geral” e “modelos”, dentre outros) existem diversos exemplos de como essa iniciativa pode ser tomada e inúmeros artigos que a ela podem servir de fundamento.

        Caso necessário, o autor se propõe a prestar o auxílio que estiver a seu alcance O autor é Promotor de Justiça do Estado do Paraná, podendo ser contatado pelo e-mail murilojd@pr.gov.br e telefone/fax (41) 254-2414., nessa árdua, porém necessária e gratificante tarefa de assegurar, de forma efetiva, a nossas crianças e adolescentes, a proteção integral e a prioridade absoluta que há tanto lhes foi prometida pela lei e pela Constituição Federal.

        Mecanismos judiciais e extrajudiciais para que a mencionada promessa se torne uma realidade estão à nossa disposição. E em profusão.

        Necessário que os conheçamos e compreendamos bem e os coloquemos em prática.

        MURILLO JOSÉ DIGIÁCOMO

        Promotor de Justiça”

        Fonte: http://www.mp.rs.gov.br/infancia/doutrina/id179.htm

      • Carlos Henrique Tretel permalink
        novembro 24, 2012 10:13 pm

        Pois bem. E bem interessante o material disponível no site do Ministério Público do Estado do Paraná. Seguindo em parte a sequência de cliques sugerida pelo ilustre Promotor de Justiça do Estado do Paraná (uma vez que apliquei sucessivos cliques em “centros de apoio” , em “da Criança e do Adolescente e da Educação” e em “da Educação”) pode-se encontrar os seguintes escritos relacionados especificamente à Educação Infantil, assunto que, ao que parece, se fará presente com razoável constância nas próximas pautas de reuniões do CME-Piracicaba, bem como, imagino, se fez presente na reunião realizada na Câmara de Vereadores no último dia 12, a qual contou com a participação de uma representante da APEOESP, defensora intransigente, bem sabemos, de que os municípios assumam a responsabilidade pela ampliação das vagas. Lembram-se da Campanha por mais creches e pré-escolas públicas (http://apeoesp.wordpress.com/2012/08/29/campanha-por-mais-creches-e-pre-escolas-publicas/) de 2010? Hora de retomar a Campanha? O Ministério Público do Paraná acha que sim.
        1- Informativo – Agosto de 2012
        http://www.educacao.caop.mp.pr.gov.br/arquivos/File/dwnld/educacao_infantil.pdf
        2-Conheça a campanha para a ampliação de vagas na educação infantil
        http://www.educacao.caop.mp.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=13&tit=Conheca-a-campanha-para-a-ampliacao-de-vagas-na-educacao-infantil-

    • Carlos Henrique Tretel permalink
      novembro 26, 2012 10:30 am

      23/11/2012 – FÓRUM DE SÃO CARLOS RECEBE CRIANÇAS E AUTORIDADES
      O Fórum Criminal de São Carlos nesta sexta-feira (23) mais parecia uma escola tendo o salão do júri como uma imensa sala de aula e as paredes decoradas com pinturas e redações de estudantes. Cerca de 500 crianças estiveram presentes à solenidade de encerramento do projeto Cidadania e Justiça também se aprendem na Escola, realizado pela Diretoria Regional de Ensino e pelo Poder Judiciário. O evento contou também com a presença de diversas autoridades.
      O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Ivan Sartori, foi representado pelo desembargador Francisco José Aguirre Menin, que trouxe a mensagem do Poder Judiciário aos jovens estudantes: “fé no futuro quando assumirão destinos no país fazendo dele a realidade de uma antiga promessa de um Brasil como país do futuro”, afirmou.
      O idealizador do projeto é o juiz da 3ª Vara Criminal e diretor do fórum de São Carlos, André Luiz de Macedo. “É com muita satisfação que encerramos o ano com muito sucesso. A união de todos os envolvidos foi fundamental para a realização do projeto e agradeço profundamente o desempenho das crianças, dos professores e de todos os profissionais envolvidos. A sociedade só tem a ganhar com a construção de uma geração justa e solidária”, concluiu.
      O evento foi abrilhantado com o lançamento da nova edição do livro A Escola e a Justiça: Trilhando Parcerias – Ano II, contendo novas redações e desenhos feitos pelas crianças participantes. É o fruto das reflexões dos alunos sobre os temas Justiça e Cidadania, resultado das visitas às escolas que aconteceram semanalmente durante o ano, com a presença do juiz André Luiz, um promotor de Justiça, um policial militar e um civil, advogado e defensor público. Em 2012, cerca de 3,6 mil alunos, entre nove a onze anos, puderam aprender sobre os direitos dos cidadãos, a competência dos três Poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário) e outros temas. O sucesso foi tamanho, que a edição de 2011 foi exposta na 22ª Bienal do Livro.
      O secretário da Educação do Estado de São Paulo, Herman Jacobus Cornelis Voorwald, fez questão de prestigiar o evento e disse que “a escola é fundamental na construção da cidadania e o sucesso alcançado com a parceria em São Carlos poderá ser ampliado a outras diretorias de ensino”, disse, ao comemorar os resultados dos trabalhos de 2012.
      Um vídeo ‘Cidadania e Justiça’ foi exibido ao público, com depoimentos das crianças – muitas delas presentes na plateia, e que trouxe a mensagem: “tão grande o mundo… um mundo justo, um mundo bom, onde direitos e deveres são respeitados, é resultado do desenvolvimento da cidadania, desta cidadania que começa cedo, a partir da escola, no olhar e na alegria das crianças, nas viagens pelos caminhos do saber, na trilha dos sabores”.
      Para 2013 estão previstas muitas novidades, segundo a dirigente Regional de Ensino de São Carlos, Débora Gonzales Costa Blanco. “É um privilégio de cada um como educador ver o resultado do trabalho das crianças publicadas no livro e por isso mesmo preparamos a novidade para o próximo ano, como as salas de informática, um canal direto de comunicação entre os alunos e os profissionais. Trata-se de um blog (http://www.cjnaescola.blogspot.com.br), transformado em um canal direto com nossos parceiros, para solucionar dúvidas e aumentar o conhecimento”, destacou.
      A ideia promete ser estendida a outras localidades. “É um projeto espetacular; vamos trabalhar para disseminá-lo para as escolas públicas de Ribeirão Preto”, disse o juiz diretor da 6ª Região Administrativa, Sylvio Ribeiro de Souza Neto.
      Em nome dos alunos, o estudante Lucas Eduardo Jordão proferiu palavras ao juiz André Luiz: “Nós alunos agradecemos a oportunidade. Os senhores nos ensinaram coisas muito importantes: conhecemos a Constituição, a importância dos Três Poderes. Temos em nossas mãos o futuro e o senhor cativou a todos nós. Muito obrigado”, finalizou o estudante.
      Participaram da solenidade também o juiz assessor da Presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo, João Baptista Galhardo Júnior, representando o presidente da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), Henrique Nelson Calandra; o juiz da 2ª Vara Criminal, da Infância e da Juventude de São Carlos, Cláudio do Prado Amaral, representando o coordenador da Infância e da Juventude do TJSP, desembargador Antonio Carlos Malheiros; o juiz da 2ª Vara Cível de São Carlos, Paulo César Scanavez, representando o diretor da Escola Paulista da Magistratura, desembargador Armando Sérgio Prado de Toledo; o juiz da 1ª Vara Criminal de São Carlos, Antonio Benedito Morello; o juiz do Foro Distrital de Ibaté, Wyldensor Martins Soares; o juiz do Foro Distrital de Itirapina, Daniel Felipe Scherer Borborema; o juiz da 3ª Vara da Família e das Sucessões de São Bernardo do Campo, Leonardo Caccavali Macedo; o presidente da 30ª Subseção da OAB, Glaudecir José Passador; o delegado seccional de Polícia de São Carlos, Luis Antonio Rodrigues; a supervisora de escola, Isabel Aparecida Moretti Tamashiro representando o prefeito Oswaldo Baptista Duarte Filho; o comandante da 1ª Companhia da Polícia Militar, capitão Jeferson Lopes e os promotores de Justiça Marcelo Buffulin Mizuno e Neiva Paula Paccola.

      Cidadania e Justiça – O programa busca a conscientização de professores, alunos e familiares sobre seus direitos e deveres como cidadãos, em palestras nas escolas públicas. Os profissionais levam noções da estrutura e funcionamento do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais serviços jurisdicionais. O trabalho com os alunos começa bem antes das palestras. As cartilhas “Cidadania e Justiça também se aprendem na escola”, da AMB, em parceria com o TJSP e Apamagis, são distribuídas aos alunos com antecedência e os professores as utilizam para fazer tarefas em sala de aula, para prepará-los para o dia da palestra. Os participantes do encontro são os multiplicadores do conhecimento, ao repassar o que aprenderam para amigos e familiares.

      Veja mais fotos do evento: http://www.flickr.com/photos/tjsp_oficial/sets/72157632080586299/

      ComunicaçãoSocial TJSP – HS (texto) / GD (fotos)
      imprensatj@tjsp.jus.br
      Fonte: http://www.tjsp.jus.br/Institucional/CanaisComunicacao/Noticias/Noticia.aspx?Id=16391

  3. Carlos Henrique Tretel permalink
    outubro 29, 2012 3:59 pm

    Olá, Simone, boa noite!
    Que bom que você pode se fazer presente ao evento, possibilitando-nos uma leitura do evento, ainda que parcial. Oxalá em breve os demais conselheiros presentes se animem a complementá-la, dando lá também as suas pinceladas. Tomara.
    De minha parte, tenho uma observação apenas a fazer. Os palestrantes indicaram obras (de autoria deles ou não) para que nos aprofundemos nas idéias por eles defendidas?
    Pesquisando no Google, por exemplo, achei um texto interessante da Yara Sayão, A CIDADE, A ESCOLA E OS JOVENS, parte de uma publicação da Secretaria de Estado da Educação de Goiás de 2009, CURRÍCULO EM DEBATE, disponível em http://www.see.go.gov.br/documentos/reorientacaocurricular/fundamental/Curriculo%20e%20Praticas%20Culturais.pdf . Seu texto se encontra, mais especificamente, às folhas 55/58 e é um material muito interessante, de certa forma, para que nos aproximemos (você concorda?) do pensamento de Yara Sayão.
    Igual pesquisa podemos fazer também quanto às produções dos demais participantes do evento, mas melhor seria se eles mesmos pudessem indicar (se é que assim já não fizeram em algum momento do evento) os textos que cada um gostaria de ver norteando as reflexões postas por eles à mesa, requentadas ou não, no último final de semana. Na programação do evento não foram, salvo engano, disponibilizadas referências bibliográficas básicas. Não seria interessante convidá-los a indicar esses materiais a fim de que os estudemos, mesmo que se somem àqueles outros, bem sabemos, que se encontram à nossa espera há mais tempo, Simone?
    Convidá-los para um bate papo para uma das reuniões atuais do CME (como é, ao que parece, o que você já encaminha com a Dra. Milene) antes dessas leituras todas me parece, francamente, precipitado, até porque uma promotora de justiça (por mais boa vontade que tenha) não pode, salvo engano de minha parte, comparecer ‘n’ vezes a reuniões (de que conselho for) à espera de que seus membros se inteirem adequadamente do assunto para a discussão do qual tenha ela sido convidada a mediar…
    Assim, sugiro que aproveitemos ao máximo a ida da representante do Ministério Público a uma das reuniões do CME, em especial, no momento oportuno, bem como a de qualquer outro convidado, em geral. Só não podemos nos apresentar para esse ou aquele convidado sem o devido preparo, sem as leituras (e as reflexões decorrentes) obrigatórias. Até para que o convidado se sinta motivado para novos encontros. Presenciais ou não. Ou, posto que aí então motivados(as), encontros presenciais e virtuais, por que não? Uns para lapidação de idéias; outros, de ações. Por que não?
    Desde que encontros colaborativos de aprendizagem, tudo bem…
    Você tem o endereço eletrônico dos participantes do encontro, Simone? Que tal, em caso positivo, convidá-los a conosco interagir por aqui? Seriam oportunidades, caso aceitos os convites, muito interessantes para que cada um deles pudesse nos indicar sua referência bibliográfica básica. E para que iniciássemos o diálogo regular, não é mesmo? Pois diálogos mantidos com frequência irregular, francamente, não resolvem, muito menos problemas tão sérios como os postos à mesa.
    Um abraço, Carlos.

  4. Carlos Henrique Tretel permalink
    novembro 6, 2012 12:10 pm

    Em mais uma gentileza da colaboradora Sônia, agora ex-presidente do CME-Piracicaba, socializamos a convocação da reunião que realizar-se-á na próxima quinta-feira, às 18 horas.

    “Conselho Municipal de Educação
    Piracicaba – SP
    Rua Dr. Antonio Augusto Barros Penteado, 17.
    Bairro Jardim Elite. Cep 13417-380
    cme.piracicaba.sp@gmail.com

    PIRACICABA, 05 DE NOVEMBRO DE 2012.

    CONVOCAÇÃO REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA

    Convocamos os Membros Titulares do Conselho Municipal de Educação, a comparecerem no dia 08/11/12 (quinta-feira), às 18h, para Reunião Extraordinária, que será realizada na sala provisória do CME, na Creche Nosso Lar.

    Os Conselheiros Suplentes estão convidados a participar da reunião.

    Pauta:

    1. Ordem do Dia

    • Eleição da Diretoria da nova composição.

    Contamos com sua presença

    Atenciosamente.

    Sônia Cristina Ramos
    Ex- Presidente do CME”

  5. Carlos Henrique Tretel permalink
    novembro 7, 2012 10:40 am

    Que rede é essa mesmo? As conversas sobre a situação de nossos jovens continuam. Vejam, por exemplo, o que prepara a Ação Educativa, seus colaboradores e apoiadores. Fonte: comunica@acaoeducativa.org.

    Seminário Juventude, Educação e Trabalho

    A Ação Educativa, seus colaboradores e apoiadores convidam você a participar do Seminário Juventude, Educação e Trabalho, a ser realizado nos dias 6 e 7 de dezembro em sua sede, na rua General Jardim, 660 – Vila Buarque, São Paulo – SP.

    O encontro tem como objetivo reunir diversos atores – representantes de grupos e organizações da sociedade civil, gestores de políticas públicas, pesquisadores, professores e estudantes da educação básica, ténica e superior – para uma reflexão sobre as interfaces entre educação e trabalho na vida dos jovens brasileiros.

    O seminário é uma iniciativa da Ação Educativa, em articulação com Observatório Jovem da UFF, Observatório da Juventude da UFMG, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), Programa de Pós-graduação em Educação da UniRio e Programa de Mestrado em Educação do Departamento de Ciências Humanas e Educação da UFSCar, e conta com o apoio do Instituto Unibanco, da Kindernothilfe e da Norwegian Church Aid.

    Inscrições até 25/11 (clique aqui). As vagas são limitadas! Mais informações em http://www.acaoeducativa.org ou pelo e-mail seminariojuventude@acaoeducativa.org.

    Programação

    Dia 06/12 (quinta-feira)

    8h – Credenciamento e café da manhã

    9h – Mesa de Abertura
    Debatedores:
    – Juarez Tarcísio Dayrell – Professor da Universidade Federal de Minas Gerais (Observatório da Juventude da UFMG)
    – Maria Virginia de Freitas – Coordenadora do Programa Juventude da ONG Ação Educativa
    – Ricardo Henriques – Superintendente Executivo do Instituto Unibanco

    9h30 – Juventude e as interfaces entre educação e trabalho
    Debatedores:
    – Cláudia Jacinto – Coordenadora do Programa de Estudos sobre Juventude, Educação e Trabalho do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social da Argentina
    – Cláudio Salvadori Dedecca – Professor do Instituto de Economia da Universidade de Campinas (Unicamp)
    – Laís Wendel Abramo – Diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho no Brasil (OIT-Brasil)
    – Paulo César Carrano – Professor da Universidade Federal Fluminense – Observatório Jovem da UFF (debatedor)

    14h – Mesas Simultâneas

    Mesa 1: Trajetórias e percursos juvenis de educação e de trabalho
    Debatedores:
    – Nádia Maciel Falcão – Professora da Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
    – Gisela Lobo Baptista Pereira Tartuce – Pesquisadora da Fundação Carlos Chagas (FCC)
    – Munhoz Alavarse – Professor da Universidade de São Paulo (USP)
    – Ana Paula Corti – Professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – IFSP

    Mesa 2: O ensino médio e a formação para o trabalho
    Debatedores: Raquel Souza dos Santos – Assessora da ONG Ação Educativa
    – Cristina Araripe Ferreira – Coordenadora do Laboratório de Iniciação Científica na Educação Básica da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fundação Oswaldo Cruz
    – Sandra Regina de Oliveira Garcia – Coordenadora Geral do Ensino Médio na Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação
    – Juarez Tarcísio Dayrell – Professor da Universidade Federal de Minas Gerais – Observatório da Juventude da UFMG

    Dia 07/12 (sexta-feira)

    9h – Mesas simultâneas

    Mesa 1: O ensino técnico brasileiro e as políticas de expansão do atendimento
    Debatedores:
    – Marcos Antônio Oliveira (a confirmar) – Secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação
    – Celso João Ferretti – Centro de Estudos em Educação e Sociedade da Universidade de Campinas (Unicamp)
    – Carlos Artexes Simões – Professor do CEFET Celso Suckow da Fonseca, pesquisador do Observatório de Juventude da UFF
    – Uvanderson Vitor da Silva – Doutorando do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro

    Mesa 2: Programas e ações de qualificação e inserção dos jovens no mundo do trabalho
    Debatedores:
    – Maria Carla Corrochano – Professora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
    – Lívia de Tomasi – Professora da Universidade Federal Fluminense (UFF)
    – Antônio Almerico Biondi Lima – Superintendente da Educação Profissional da Secretaria de Educação do Estado da Bahia
    – Eliane Ribeiro Andrade – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO

    14h – Juventude, educação e trabalho: novos desafios e perspectivas?
    Debatedores:
    – Miguel Gonzalez Arroyo – Professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
    – Marilia Pontes Sposito – Professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP)
    – Helena Wendel Abramo – Gerente de projetos da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ)
    – Maria Carla Corrochano – Professora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
    – Raquel Souza – Assessora da Ação Educativa

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