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Conselho Estadual de SP realizará seminário sobre Sistema Nacional de Educação

julho 8, 2015

Em reunião do Conselho Estadual de São Paulo realizada na quarta-feira (1º), o presidente do órgão, José Francisco Carbonari, anunciou a intenção dos conselheiros em realizar um seminário sobre o Sistema Nacional de Educação (SNE) no segundo semestre deste ano.

 

A decisão foi tomada após o próprio presidente sugerir, na semana passada, que o órgão participasse da elaboração do Sistema, meta prevista no Plano Nacional de Educação com prazo para ser estabelecida em junho de 2016. Carbonari se reuniu então com os conselheiros João Cardoso Palma Filho, Nina Beatriz Stocco Ranieri e Maria Helena Guimarães de Castro para elaborar um encaminhamento à proposta.

 

“Conversamos um pouco sobre o assunto e decidimos propor que o Conselho deveria organizar um seminário, provavelmente no final de agosto ou setembro, sobre o Sistema Nacional de Ensino, trazendo pessoas e temas  que possam agregar algum valor ou algum tema à discussão que o país fará neste momento”, anunciou Carbonari. “São aceitas sugestões tanto de temas quanto de nomes, de preferência para fazer deste seminário uma discussão com posições divergentes e ouvir todos os lados”.

 

A intenção do Conselho, segundo explicou o presidente, é produzir um texto que será a posição do Conselho Estadual de São Paulo sobre a questão do Sistema Nacional, como contribuição a sua organização.

 

Carbonari ainda mencionou ter recebido um telefonema do Ministério da Educação (MEC) parabenizando o órgão paulista pela iniciativa. “Eles disseram que estavam muito contentes com a iniciativa de São Paulo porque foi o único Conselho que se manifestou a respeito desta questão. Eles também se colocaram à disposição caso precisemos de qualquer tipo de apoio para este seminário e disseram que gostariam que fizéssemos a crítica ao texto [de projeto de lei para o SNE] apresentado por eles”.

 

Já existe um Projeto de Lei Complementar na Câmara Federal a respeito do SNE: o PLP 413/2014, apresentada pelo deputado Ságuar Moraes (PT/MT) em julho do ano passado, com o apoio da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase) do MEC. O projeto corre em regime de prioridade para apreciação do plenário.

 

O seminário, porém, deverá ser organizado por um Conselho com outra formação: a partir do dia 15 de julho, o órgão entrará em recesso devido ao término de mandato de oito conselheiros: Francisco Carbonari, Antônio Carlos das Neves, Márcio Cardim, Maria Helena Guimarães de Casto, Mario Vedovello Filho, Nina Stocco Ranieri, Rose Neubauer e Suzana Tripoli; além dos quatro suplentes: Cleide Bochixio, José Rui Camargo, Neide Cruz e Severiano Garcia Neto. As reuniões do CEE-SP apenas voltarão a ocorrer após o governador Geraldo Alckmin indicar os novos ocupantes das cadeiras.

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6 Comentários leave one →
  1. Carlos Henrique Tretel permalink
    julho 8, 2015 11:30 pm

    Para o segundo semestre também se encontra previsto, gente, outro importante evento (quando entendemos que discursos desvinculados da alocação de correspondentes recursos não nos levarão, como nunca levaram aliás, à melhor e adequada solução) para a discussão do Sistema Nacional de Educação, relacionado ao seu financiamento, mais especificamente sobre as projeções de financiamento do PNE-2. A audiência conjunta que se encontrava marcada para hoje, 09, e que já havia sido cancelada anteriormente, foi reagendada para o dia 13 de agosto. Aguardemos mais uma vez, pois. Mas fiquemos de olho.
    O áudio, no entanto, do evento realizado anteontem, 07, Seminário que discutiu a Reformulação do Ensino Médio, http://imagem.camara.leg.br/internet/audio/Resultado.asp?txtCodigo=53140 , já se encontra disponível.
    E vale, de fato, a pena acompanhar de perto esse evento, caro leitor. Na minha opinião, não podemos deixar de ouvir, entre outras importantes, as considerações do sr. Eduardo Deschamps, Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação – CONSED. Muito pertinentes suas palavras que se iniciaram às 10:46 horas. Tão pertinentes que a presença do sr. Eduardo no evento que o CEE-SP projeta para o segundo semestre seria (deixo aqui a sugestão) muito interessante, você não acha?

    CÂMARA DOS DEPUTADOS
    COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO
    55ª Legislatura – 1ª Sessão Legislativa Ordinária
    PAUTA DE REUNIÃO ORDINÁRIA
    AUDIÊNCIA PÚBLICA CONJUNTA COM A
    COMISSÃO DE EDUCAÇÃO
    DIA 09/07/2015
    C A N C E L A D A
    E TRANSFERIDA PARA O DIA 13 DE AGOSTO

    Tema:

    Debate quanto às projeções de financiamento do Plano Nacional de Educação.

    Convidados:

    CARLOS ALBERTO XAVIER SANCHES – Superintendente de Participações Governamentais da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP (CONFIRMADO);

    EDUARDO DESCHAMPS – Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação – CONSED
    Representante: Aléssio Trindade de Barros – Secretário de Educação e Cultura da Paraíba (CONFIRMADO);

    ALESSIO COSTA LIMA – Presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – UNDIME

    ANTONIO IDILVAN DE LIMA ALENCAR – Presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE

    ARNÓBIO MARQUES DE ALMEIDA JÚNIOR – Secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino – SASE

    JOSÉ FRANCISCO SOARES – Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP

    Requerimentos:

    REQ nº 37/15-CFT – Subcomissão Especial do Financiamento para a Educação

    REQ nº 79/15-CE – Deputados Leo de Brito e Luiz Carlos Hauly
    Fonte: http://www.camara.leg.br/internet/ordemdodia/integras/1357137.htm

  2. Carlos Henrique Tretel permalink
    julho 8, 2015 11:49 pm

    Errata: no primeiro parágrafo, onde se lê “…mais especificamente sobre as projeções de financiamento do PNE-2” leia-se, por gentileza, “mais especificamente sobre as projeções de financiamento do PNE-2, articulador, não nos esqueçamos, do sistema que se precisa construir”.

  3. Carlos Henrique Tretel permalink
    julho 14, 2015 3:18 am

    Vale a pena, caro participante do De Olho nos Conselhos, a leitura do Boletim do Pensar a Educação em Pauta desta semana em especial, cujas manchetes reproduzo logo mais abaixo, uma vez que nele se pode encontrar textos de membros do Conselho de Educação do Estado de São Paulo, quase ex-conselheiros, a bem da verdade, sr. Francisco Carbonari e Maria Helena Guimarães de Castro. Nunca é demais lembrar que a partir de amanhã, 15/07, terminam seus mandatos mas, pelo histórico de nomeações feitas pelo sr. governador, eles bem que podem ser apresentados em futuro breve como novos velhos conselheiros. De minha parte, achei interessante a parte da entrevista da sra. Maria Helena em que ela se mostra preocupada com a composição do Conselho do INEP. Gostaria de saber a opinião dela acerca da forma como se compõe o CEE-SP. Você também não teria vontade de saber isso?

    BOLETIM DO PENSAR A EDUCAÇÃO EM PAUTA

    Ano III – Edição 090 / sexta-feira, 10 de julho de 2015

    EDITORIAL
    E a educação continua…

    Ao longo do semestre que passou foram vários os episódios que demonstraram que a agenda da educação brasileira está carregada de perspectivas negativas. O Editorial da semana passada pretendeu explicitar alguns desses episódios e perguntava se podemos considerar o primeiro semestre de 2015 um semestre perdido. Continue Lendo.

    NAS ONDAS DA EDUCAÇÃO
    O programa Pensar a Educação, Pensar o Brasil está de férias! Voltamos com programas inéditos em agosto. Enquanto isso, você pode ouvir os programas deste ano aqui.

    Todas as segundas-feiras, das 20h00 às 22h00, o programa Pensar a Educação Pensar o Brasil vai ao ar pela rádio UFMG Educativa 104,5FM.

    ENTREVISTAS
    “As verdade das coisa do norte” – Mestre em Comunicação Social e coordenadora do núcleo de produção da Radio UFMG Educativa, Luiza Glória – EXCLUSIVO
    6 de julho foi dia de Tese do mês no Pensar a Educação, Pensar o Brasil. Recebemos a radialista Luiza Glória. Ela falou de sua dissertação de mestrado intitulada “CANTANDO AS VERDADE DAS COISA DO NORTE – A Comunicabilidade da Poesia Sertaneja de Patativa do Assaré”.

    A Educação Brasileira no primeiro semestre de 2015 – Circuito UFMG
    O professor da Faculdade de Educação da UFMG e coordenador do projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil, Luciano Mendes de Faria Filho, faz um balanço da educação brasileira neste primeiro semestre de 2015. Confira!

    “O Inep que a sociedade precisa”: entrevista a Maria Helena Guimarães de Castro
    Nesta entrevista, Maria Helena aponta o crescimento da importância estratégica do Inep nesses últimos 20 anos na produção de estatísticas educacionais, avaliações nacionais e evidências robustas para o bom funcionamento do financiamento da educação, subsidiar a formulação e a implementação de políticas públicas, além de prestar contas à sociedade sobre a situação da educação brasileira.

    CONVITE À LEITURA
    Entre laranjas e letras: processos de escolarização no distrito-sede de Nova Iguaçu – Alessandra Schueler – EXCLUSIVO
    Com ênfase sobre a região geopolítica demarcada pelo distrito-sede de Nova Iguaçu, entre os anos de 1916 e 1950, a pesquisa contribui significativamente para a compreensão da história da educação em regiões ainda pouco estudadas, como é o caso do interior do Estado do Rio de Janeiro.

    O Estudo Social em Perícias, Laudos e Pareceres Técnicos: contribuição ao debate no judiciário, penitenciário e na previdência social – Nancy Mara Fonseca – EXCLUSIVO
    O livro “O estudo Social em Perícias, laudos e pareceres técnicos: contribuição ao debate no judiciário, penitenciário e na previdência social”, foi organizado pelo Conselho Federal de Serviço Social em parceria com grandes autores, ressaltando a importância dos debates e reflexões acerca dos instrumentos de intervenção profissional do Assistente Social.

    EDUCAÇÃO EM DEBATE
    Atendimento à demanda por creche: o exemplo do Rio Grande do Sul – Francisco Carbonari – EXCLUSIVO
    O governo instituiu um grupo de trabalho com o objetivo de elaborar um Índice de Necessidade de Creche para todos os seus municípios, respeitando as características e a situação de cada um. Os municípios gaúchos devem atingir a meta estabelecida a partir desse índice e o Estado, como resultado final, atender a meta de 50%.

    Se as pessoas não cumprem as leis é porque não foram bem educadas para isso – Ana Luiza Jesus da Costa – EXCLUSIVO
    O debate em torno da redução da maioridade penal tem sido bastante acirrado, muito tem sido produzido sobre o tema, desde análises até slogans. A gravidade do momento justifica o máximo de alarde. Esse pequeno texto procura se somar ao barulho que os opositores da redução vêm fazendo

    O que está por trás da polêmica sobre a “ideologia de gênero” nos Planos de Educação? – Evelyn de Almeida Orlando – EXCLUSIVO
    A retirada de termos relacionados a gênero e sexualidade sinaliza para o apagamento ou para a invisibilidade em que tais grupos colocam um conjunto de pessoas que sofrem os mais variados tipos de violência por não se enquadrarem nos padrões de normalidade instituídos socialmente.

    “E o sistema que ruiu” – Aleluia Heringer Lisboa – EXCLUSIVO
    Com a incorporação de um número maior de alunos ou “uma nova clientela”, não é apenas a escola que muda, conforme anunciou Anísio Teixeira, mas o discurso sobre a qualidade da escola pública secundária também muda.

    Desconhecimento das concepções pedagógicas -Tiago Tristão Artero – EXCLUSIVO
    É preciso lidarmos com a possibilidade do desconhecimento das abordagens existentes, tanto pela direção das instituições (respectivas coordenações e projetos políticos) quanto pelos professores.

    Tempo livre é coisa séria – Matheus da Cruz e Zica – EXCLUSIVO
    E os nossos adultos? Como experimentam o tempo livre, o tempo em que estão fora do trabalho? Seria lícito contar as duas horas gastas para ir ao destino do labor e as outras duas para a volta?

    A omissão com a educação e o desejo de punir a juventude – Educação em Pauta – Marcus Taborda
    Na ultima semana, a câmara dos deputados aprovou um projeto de emenda constitucional que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos em crimes hediondos. A votação ocorreu depois de uma manobra do presidente da casa que perdeu a primeira votação, na coluna Educação em Pauta o jornalista Vinicius Luiz conversou com o Professor Marcus Taborda sobre o assunto.

    Leia mais.

    CIÊNCIA E TECNOLOGIA
    Prof. Carlos Eduardo Vieira (UFPR) toma posse na Presidência da SBHE – EXCLUSIVO
    “O 29 de abril em Curitiba não representou um ato isolado, movido pela incompetência e prepotência de um governo. Trata-se de um acontecimento frequente na história do Brasil e da Humanidade que expressa o desejo e as práticas autoritárias que estão presentes na nossa sociedade”, afirmou o novo Presidente da Sociedade Brasileira de História da Educação em seu discurso de posse.

    Cooperação Brasil-África na pesquisa e formação de professores – Boletim UFMG

    Fruto de parceria com a FaE, laboratório em universidade angolana prepara professores e propõe diretrizes para a instituição.

    Leia mais.

    EDUCAÇÃO PELO BRASIL
    Grandes nomes discutem a formação de professores no Brasil – Yolanda Assunção – EXCLUSIVO
    O seminário anual do projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil – 1822/2022 continua no segundo semestre. O tema de 2015 é Das escolas normais à pós graduação: 180 anos de formação de professores no Brasil. Assim como no primeiro semestre, a programação conta com conferencias de grandes nomes da educação brasileira, sempre na ultima quinta feira do mês, de agosto à novembro.

    O descalabro da educação – Jornal Estado de São Paulo
    Seis meses depois de a presidente Dilma Rousseff ter anunciado que o lema de seu segundo mandato seria “Brasil, pátria educadora”, o setor se encontra em estado crítico.

    Leia mais.

    AMÉRICA LATINA
    ​Que vivan los estudiantes (La Nación, Argentina)
    El mundo es injusto. América latina es la región más injusta. Y México es uno de los países más injustos. Leo en una nota de la BBC que el 9% del PBI de México está en manos de cuatro hombres, cuatro empresarios, todos ellos vinculados al Estado a través de sus negocios. Leo esa nota en la notebook y no puedo dejar de mirar hacia un costado de mi mesa de trabajo donde, entre varios libros, destaca uno.

    Leia mais.

    PESQUISA EDUCACIONAL
    CANDAU, Vera Maria Ferrão; KOFF, Adélia Maria Nehme Simão e. A didática hoje: reinventando caminhos. Educação e Realidade, Porto Alegre, v.40, n.2, p.329-348, abr.-jun. 2015.
    Trata-se de refletir acerca de caminhos possíveis para reinventar a escola e a Didática, tendo presente estudo de caso realizado em uma escola particular do município do Rio de Janeiro e que, optando por desenvolver seu trabalho centrado em projetos e orientado por uma perspectiva intercultural crítica, promoveu uma ampla reorganização de: tempos e espaços, ofício de aluno/a e de professor/a, conhecimentos, currículos, práticas para aprendizagem e avaliação, ritos, estratégias de gestão, entre outras dimensões que entendemos configuram o formato escolar.

    PENSAR INDICA
    O Observatório da Equidade é uma estrutura do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social – CDES, que tem por finalidade aportar capacidade e instrumentos ao Conselho e à sociedade brasileira para acompanhar o enfrentamento do problema das desigualdades no país, e para apoiar a formulação de políticas públicas e ações sociais que promovam maior equidade no acesso aos direitos de cidadania. Confira o site para conhecer o Observatório!

    INDICAÇÃO DO LEITOR
    Carlos Bauer – Chamada de artigos Dossiê: Papel formativo da Filosofia para Revista Científica ECCOS

    Moysés Kuhlmann Jr. – 7a. edição do livro “Infância e educação infantil: uma abordagem histórica”.

    Inês Barbosa de Oliveira – Último número da Revista Teias

    Participe do nosso boletim enviando sua indicação para o e-mail boletimpepb@gmail.com

    OPINIÃO DO LEITOR
    Carlos Henrique Tretel em 07/07/2015 (EDITORIAL- Edição 089 – 03/07/2015 – Educação: um semestre perdido?)
    Acabo de postar (caro leitor do De Olho nos Conselhos, do Pensar a Educação, Pensar o Brasil, 1822-2022, da Rede Social Conae e do Observatório do PNE) sugestão ao pessoal do Jornal da Cultura da TV Cultura através do espaço idealizado pela emissora para esse fim, http://tvcultura.cmais.com.br/jcdebate/fale-conosco. Continue lendo.

    Alessandra Belo em 07/07/2015 (EDUCAÇÃO EM DEBATE – Edição 089 – 03/07/2015 – A ideologia de gênero e a intervenção política no currículo escolar: “eu quero uma pra viver?”/Joaquim Ramos e Sandro Santos)
    Belo texto. Não se pode confundir gênero com heteronormatividade ou combate à homofobia. Mas, vale dizer: precisamos combater a heteronormatividade e a homofobia.

    Carlos Henrique Tretel em 05/07/2015 (EDUCAÇÃO EM DEBATE – Edição 089 – 03/07/2015 – Pela via da emancipação: educação integral e cidade educadora/Marcelo Silva de Souza Ribeiro)
    Para que a cidade reconheça, exercite e desenvolva sua função educadora, há as que consideram importante aderir aos compromissos da Carta das Cidades Educadoras, disponível para consulta no http://www.edcities.org. Continue lendo.

    Participe do nosso boletim enviando sua opinião ou comentário para o e-mail boletimpepb@gmail.com
    TIRINHA
    Filosofia Hoje

    É permitida a reprodução dos textos exclusivos, desde que seja citada a fonte.

    O conteúdo dos textos publicados pelo Pensar a Educação em Pauta é de inteira responsabilidade de seus respectivos autores e não expressa necessariamente as opiniões de seus editores.

  4. Carlos Henrique Tretel permalink
    agosto 6, 2015 1:57 am

    DE OLHO, POIS, NO MEC?

    1- Sobre a homologação do Parecer CNE 08/2010, pela qual esperamos (nem todos é bem verdade) há cinco longos anos, parece-me fundamental que acompanhemos e divulguemos (para além do que já se divulga normalmente) sua participação em audiência pública na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados na data de hoje, 06, às 9:30 horas, com transmissão ao vivo (e posterior disponibilização para consulta pública do respectivo áudio e vídeo) através do http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/ce ;

    2- Já sobre a instituição do Sistema Nacional de Educação (exigência legal também do novo PNE, o PNE-2) é fundamental que leiamos e estudemos (acredito) a recente proposta divulgada pelo MEC, tal como noticiado (entre outros) no Portal da Undime em matéria que reproduzo logo mais abaixo (1) até por conter atalho para a leitura do referido texto. Boas leituras, pois.

    (1) “Proposta do MEC para o Sistema Nacional de Educação está disponível para consulta
    O Ministério da Educação divulgou, por meio da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase/ MEC), a proposta para o Sistema Nacional de Educação. O texto denominado “Instituir um Sistema Nacional de Educação: agenda obrigatória para o país” ainda é conceitual, mas já está disponível para análise crítica e encaminhamento de sugestões.
    De acordo com comunicado oficial da Sase, o objetivo é provocar discussões em todo o país, como mais um passo na construção da proposta a ser encaminhada ao Congresso Nacional. Os interessados em participar da discussão devem encaminhar as contribuições para o endereço eletrônico dase@mec.gov.br
    Clique aqui para acessar o texto “Instituir um Sistema Nacional de Educação: agenda obrigatória para o país”.
    Está na Lei! O Plano Nacional de Educação (Lei 13.005/ 2014) estabelece que o poder público deverá instituir, até 2016, em lei específica, o Sistema Nacional de Educação, responsável pela articulação entre os sistemas de ensino, em regime de colaboração, para efetivação das diretrizes, metas e estratégias do Plano Nacional de Educação.
    Autor: Undime
    Fonte: http://undime.org.br/noticia/05-08-2015-11-35-proposta-do-mec-para-o-sistema-nacional-de-educacao-esta-disponivel-para-consulta

    DE OLHO, POIS, NO MEC. ATÉ PORQUE ELE NÃO TEM SE ESQUIVADO DO DEBATE. ULTIMAMENTE. HÁ QUE SE RECONHECER.

  5. Carlos Henrique Tretel permalink
    agosto 7, 2015 12:36 am

    06/08/2015 – 21h13
    Expositores cobram redução de desigualdades no financiamento educacional

    Expositores cobraram nesta quinta-feira (6) equidade na oferta de ensino público e redução das desigualdades no financiamento educacional para que as metas do Plano Nacional de Educação (PNE) possam ser efetivamente implementadas.
    O debate aconteceu durante audiência pública da Comissão de Educação da Câmara, que discutiu a implementação da metodologia do Custo Aluno Qualidade Inicial (CAQi), um parâmetro necessário para o cumprimento de metas do PNE para o decênio 2014-2024.
    A implementação do Custo Aluno Qualidade (CAQ) faz parte das estratégias para alcançar o investimento de pelo menos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação até 2024. O CAQ define quanto cada aluno precisa para ter acesso a uma educação com um padrão mínimo de qualidade.
    Entram no cálculo os recursos para infraestrutura, materiais, equipamentos, além do salário dos professores. Pelo PNE, o CAQ inicial (CAQi) deve ser implementado em até dois anos de vigência da lei, ou seja, no final de junho de 2016.
    Reduzir desigualdades
    O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Chico Soares, disse que antes de qualquer avanço na implementação da metodologia é preciso respeitar o direito ao acesso à educação.“Essa dimensão do direito a aprender deve vir para o centro do debate, [mas] ela está colocada a escanteio e isso não pode. Não vamos produzir algo bom, para transformar a educação, se a gente, sistematicamente ou de formas elaboradas, jogar para escanteio o direito básico da criança, que é ir à escola e aprender o que ela precisa para se desenvolver plenamente como pessoa”, disse Soares.
    De acordo com a estratégia estabelecida no PNE, caberá à União a complementação de recursos financeiros a todos os estados, ao Distrito Federal e aos municípios que não conseguirem atingir o valor do CAQ inicial.
    O secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino do ministério da Educação (MEC), Binho Marques, assinalou que o principal objetivo do CAQ é diminuir as desigualdades e buscar qualidade e equidade na oferta de educação do País. “O MEC considera o conceito de Custo Aluno Qualidade um dos mais importantes. Para nós, que temos o Sistema Nacional de Educação como a principal tarefa, e urgente, esse tema é estruturante porque está ligado, fundamentalmente, ao aspecto da equidade”, afirmou.

    Metas do PNE
    Entre as metas do PNE estão a universalização da educação infantil na pré-escola até 2016; a universalização do ensino fundamental de 9 anos para toda a população de 6 a 14 anos; e a garantia de que pelo menos 95% dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência do Plano.
    Também se pretende universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até o final do período de vigência do PNE, a taxa líquida de matrículas no Ensino Médio para 85%.
    Atualmente, um grupo formado por secretarias do MEC, do Inep e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) levanta dados sobre os insumos e custos. Posteriormente, será encaminhada ao Conselho Nacional de Educação (CNE), que emitirá um parecer do CAQ.
    A previsão é que, com a complementação ao CAQ inicial, os percentuais de investimentos em educação que cabem à União, aos estados, ao Distrito Federal e aos Municípios sejam equilibrados.
    Subcomissão do PNE
    Os autores do requerimento para a realização da audiência, deputados Moses Rodrigues (PPS-CE) e Leo de Brito (PT-AC), argumentaram que o prazo para a implementação do Custo Aluno Qualidade se aproxima e, até o momento, não há um definição concreta sobre a metodologia e as ações que nortearão efetivamente o novo modelo.
    Moses Rodrigues explicou que as informações repassadas à comissão durante a audiência pública servirão para subsidiar o relatório final da subcomissão do PNE na Câmara. “Quando nós solicitamos essa audiência pública era para que a gente pudesse subsidiar esse relatório e acompanhar como está esse grupo de trabalho, que foi nomeado em maio de 2015, e que tem 120 dias para elaborar e apresentar a metodologia e as ferramentas que serão adotadas para construir esse CAQ”, disse.
    Reportagem – Thyago Marcel
    Edição – Regina Céli Assumpção

    A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara Notícias’

    Fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/493367-EXPOSITORES-COBRAM-REDUCAO-DE-DESIGUALDADES-NO-FINANCIAMENTO-EDUCACIONAL.html

    Observações:
    1- Quer conferir na íntegra o que se discutiu durante o evento, acompanhar de perto as argumentações? O áudio já se encontra disponível em http://imagem.camara.leg.br/internet/audio/Resultado.asp?txtCodigo=53430
    2- Há espaço na página eletrônica da Câmara dos Deputados, ao final da notícia acima, para comentários e/ou para a elaboração de mensagens aos senhores deputados. Depois de conhecermos as falas de cada um dos expositores de ontem, que tal interagirmos com a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados? Voltarei ao assunto na semana que vem.
    Bom final de semana a todos(as), Carlos.

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