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CEE-SP faz sessão extraordinária sobre avaliação no Ensino Superior, SINAES e E-MEC

novembro 27, 2012

Amanhã (dia 28/11), a partir das 12h, o Conselho Estadual de Educação de São Paulo recebe em Sessão Extraordinária a pesquisadora Claudia Griboski, diretora de Avaliação da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP/MEC), que fará uma apresentação sobre o tema. O evento acontece após a sessão plenária, que começa às 11h.

Graduada em Pedagogia com especialização em Gestão Escolar e Mestrado em Engenharia de Produção na área de Qualidade da Gestão Escolar pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Cláudia é doutoranda do Programa de Pós-graduação em Educação na Universidade de Brasília (2010). Tem experiência em docência da Educação Básica e Superior, e desenvolve estudos e pesquisas sobre avaliação. É membro do Grupo de Estudos de Políticas de Avaliação da Educação Superior (GEPAES/UnB) e do Grupo de Trabalho de Políticas de Educação Superior da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Educação GT 11/ANPEd.

Claudia Griboski é também professora da Faculdade de Saúde da UnB, e membro da Comissão Técnica de Acompanhamento da Avaliação – CTAA dio INEP. Coordena a implementação do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) e do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (REVALIDA). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Especial, Educação em Saúde e na Avaliação de Políticas Públicas de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: avaliação, gestão da educação, educação inclusiva, educação em saúde, educação superior, indicadores de qualidade e políticas públicas de avaliação da educação.

Fonte: CEE-SP

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4 Comentários leave one →
  1. Carlos Henrique Tretel permalink
    novembro 27, 2012 11:18 am

    Olá! Tentei ler algo a respeito desse evento de amanhã no site do próprio CEESP, http://www.ceesp.sp.gov.br, mas, não sei por que, a notícia sobre ele (que se encontra em destaque, aliás, em sua página inicial) não abre. Pesquisei, então, no Google, para ver se algo mais estaria disponível na internet. Ou mesmo agendado. Cheguei, ingenuamente, até a pensar que alguma universidade estivesse a imaginar a gravação do evento… Ledo angano… Encontrei apenas uma notícia sobre um fórum permanente realizado na Unicamp no meio deste ano, em que se fez presente um representante do CEESP. Reproduzo-a logo mais abaixo. Alguém saberia dizer que fórum permanente é esse? Se encontra aberto ainda?

    A avaliação do ensino superior é discutida por representantes do governo e de universidades
    http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2012/06/21/avaliacao-do-ensino-superior-e-discutida-por-representantes-do-governo-e-de

    A avaliação do ensino superior é discutida por
    representantes do governo e de universidades
    21/06/2012 – 13:50
    Avaliação do ensino superior: experiências e alternativas” foi o tema do fórum permanente promovido nesta quinta-feira para tratar dos conceitos e metodologias de avaliação no país e discutir experiências de universidades estaduais, federais e privadas em relação ao Sinaes/Enade. Organizado pela Pró-Reitoria de Graduação (PRG) e pelo Grupo de Estudos em Educação Superior (GEES) do Centro de Estudos Avançados (CEAv) da Unicamp, o fórum abordou aspectos importantes como a validade dos sistemas, modelos de avaliação, participação dos estudantes no exame e uso dos resultados para credenciamento, avaliação e qualificação dos cursos e das instituições. Os Fóruns Permanentes são uma realização da Coordenadoria Geral da Universidade (CGU).

    A professora Eliana Amaral, assessora da PRG, disse que a entrada da Unicamp no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e a consequente participação de seus alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) deu início a um grande debate interno sobre como esta participação pode contribuir para a qualificação dos cursos e da instituição. “Vimos que era um excelente momento para trazer representantes do Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, órgão do Ministério da Educação] e do CEE [Conselho Estadual de Educação de São Paulo], bem como as experiências de uma universidade estadual como a nossa (Unesp), uma federal (Unifesp) e uma privada (PUC de Campinas).”

    O professor Marcelo Knobel, pró-reitor de Graduação, lembrou que a Unicamp decidiu aderir ao Sinaes sob a premissa de ter uma atuação proativa, criticando, discutindo e apresentando propostas. “Este fórum é parte deste processo, a avaliação precisa ser continuadamente repensada e revista. Nossa Universidade também realiza uma avaliação interna, em cada unidade e em cada curso, sempre revendo essas avaliações. Vale mencionar que estamos no início de um projeto interessante, o Seru [sigla para Student Experience in the Research University, em parceria com a Universidade da Califórnia – Berkeley], que está ligado à qualidade de vida dos estudantes nos campi, visando uma comparação com outras boas universidades de pesquisa.”

    A primeira mesa do Fórum – “O Sinaes/Enade: perspectiva institucional” – contou com a presença de Cláudia Griboski, diretora de Avaliação da Educação Superior do Inep, e de Angelo Cortelazzo, presidente da Câmara de Ensino Superior do CEE/SP. “Gostaria de destacar o empenho da Unicamp em participar do Enade e o quanto isso representa para o Sinaes. É fundamental que todas as instituições participem dos três pilares que compõem o sistema: a avaliação de desempenho dos estudantes, a avaliação dos cursos (institucional e por visitas in loco) e a autoavaliação”, afirmou Cláudia Griboski.

    Angelo Cortelazzo falaria, por sua vez, do sistema de avaliação montado em São Paulo – em respeito ao regime federativo, os estados são convidados, mas não obrigados a participar do Sinaes. “Vou expor um pouco das relações que mantemos principalmente com o Enade, já que o Sinaes repete o que realizamos, como avaliações para credenciamento de cursos. Nosso sistema tem deliberações próprias, apesar de o princípio ser o mesmo: a avaliação das universidades calcada na autoavaliação institucional, avaliação pelos pares e avaliação externa”, adiantou o professor que hoje está aposentado pela Unicamp, onde foi pró-reitor de Graduação.

  2. Carlos Henrique Tretel permalink
    dezembro 1, 2012 3:07 am

    O SEU REPÓRTER ESSO INFORMA EM EDIÇÃO EXTRAORDINÁRIA> A TV Senado transmite neste momento, 01.12.2012, 11 horas, audiência pública realizada no dia 29 passado no Senado Federal acerca do Plano Nacional de Educação. Este não é um país sério mesmo, assunto tão importante vai ao ar em horário certo e não sabido pela maioria de nós. Meros financiadores, afinal de contas. Ou palhaços…

  3. Carlos Henrique Tretel permalink
    dezembro 1, 2012 4:38 am

    Pois é, acabo de chegar em casa. Pois é. Estava na rua quando vi, em uma das casas de comércio do bairro em que moro, o ministro Mercadante falando, o que deu margem à minha mensagem anterior. Entrei no salão em que corto o cabelo e pedi ao amigo Marcos que me permitisse o uso de seu computador. Grato, Marcos. Mensagem essa, aliás, que carece de correção. Onde se lê ‘ vai ao ar em horário certo e não sabido’ leia-se, por favor, ‘vai ao ar em dia e horário incertos e não sabidos’. Correção e agradecimento feitos, passo a falar, então, gente observadora, sobre o que pude ver da audiência pública: quase nada, pois a exibição acabou por volta das 11: 50 horas. Deu para acompanhar apenas e tão somente as palavras finais do ministro, palavras da maior importância. Daquelas que mereceriam mesmo destaque em horário nobre em cadeia de rádio e televisão. Resumidamente, falou o ministro que alertou o Daniel (por certo o Cara, da Campanha Nacional pelo Direito à Educação) acerca do perigo que se avizinha, o da hora da votação do novo PNE, especificamente quanto ao momento em que se detalhará de onde virá o recurso necessário para a garantia do percentual do PIB a ser investido na educação até o final desta década. Por enquanto, todos os senadores e senadoras são favoráveis aos 10% do PIB… Mas fiquemos ligados. De olho neles!
    E deu para ver ainda o senhor Roberto Requião (senador pelo Paraná) defendendo que a garantia desse percentual se concretize com a destinação integral dos recursos do pré-sal. Outro desafio enorme. De olho neles!
    Só não entendi o final da fala do Requião. Ele anunciou que aquela audiência teria continuidade a partir das 14 horas daquele dia (29), quando tomaria a frente o ‘iluminado’ senador Pimentel. Risos e mais risos da platéia. Somos palhaços mesmo. Pois a transmissão da gravação dessa parte da audiência (pública?) acontecerá, pelo jeito, em dia e horário incertos e não sabidos…
    Alguém saberia dizer o dia e a hora? Algum iluminado? Tchau.

    P.S.: Enquanto isso, as TVs transmitem ao vivo o sorteio das chaves de um torneio de futebol que realizar-se-á no ano que vem… Se amigas da escola, deveriam transmitir a audiência pública sobre o novo PNE, não é mesmo?

    • Carlos Henrique Tretel permalink
      dezembro 1, 2012 10:31 pm

      Faz o gol, Dilma!

      1ª audiência pública sobre o PNE no Senado enfatiza financiamento da educação
      “Investir 10% do PIB não é uma medida de bonança. Mas de urgência para se alcançar uma educação com o mínimo de qualidade”.
      Brasil, 30 de novembro de 2012.

      Entidades ligadas à educação se reuniram na tarde desta quinta-feira (29/11), em audiência pública do Senado Federal sobre o Plano Nacional de Educação (PNE – PLC 103/2012).
      O PNE tramitou durante 18 meses na Câmara dos Deputados, onde foi aprovado no dia 26 de junho. Desde que o Plano chegou ao Senado, em 25 de outubro, essa é a primeira audiência sobre a matéria.
      O tema de maior destaque foi a meta 20 do PNE, que fala sobre o financiamento da educação. Para o senador Roberto Requião, é necessário implementar medidas mais radicais do que a de destinar para a área 100% dos recursos dos royalties do petróleo.
      “Nós temos que pensar, sim, na vinculação do royalty, nesse indicativo, nessa meta de 10% do PIB [para a educação], mas nós não podemos pensar que vamos resolver o problema da educação só com isso. Temos que mexer no modelo econômico de uma vez por todas, se não vamos nos transformar eternamente numa grande fazenda produtora de commodities e num país fornecedor de mão de obra barata”, disse Requião em matéria da Agência Senado.
      Pela manhã, o ministro da educação, Aloizio Mercadante, havia defendido a destinação de 100% dos royalties para a educação como uma das soluções para garantir a meta 20 do PNE, que determina o investimento do equivalente a 10% do PIB em educação.
      “Para não virar um Tratado de Kyoto, mas um compromisso que cada prefeito, cada governador, e para que o governo federal cumpra integralmente, precisamos dizer de onde vêm os recursos. E eu só vejo uma solução, que é [destinar] 100% dos royalties. Essa é a posição da presidenta. Ela está disposta e está reafirmando esse compromisso”, afirmou Mercadante.
      Na audiência, o coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, trouxe ao debate dados que comparam a educação brasileira a de outros países, mostrando que investir o equivalente a 10% do PIB em educação é o mínimo para o Brasil se aproximar da metade do que é investido por aluno ao ano nos países que compõem a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico).
      De acordo com Cara, investir na educação hoje é uma forma de garantir o crescimento do país nas próximas décadas, já que em 2040, a previsão é de que a população brasileira será composta, essencialmente, por adultos e idosos. “Investir 10% do PIB não é uma medida de bonança, mas de urgência, para se alcançar uma educação com um padrão mínimo de qualidade”, reiterou.
      O movimento estudantil também esteve presente, representado pelo presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes), Daniel Iliescu, que apontou as receitas dos royalties como possível fonte de investimento para a educação. “Essa casa tem uma responsabilidade ímpar frente ao povo brasileiro. As metas e diretrizes para os próximos dez anos dirão respeito também aos próximos 50 anos. É tempo de tomar posições estratégicas”, afirmou.
      Nesta sexta-feira (30/11), a presidenta Dilma Rousseff deve sancionar ou vetar total ou parcialmente o Projeto de Lei (PL) 2.565/11, que trata sobre a redistribuição dos royalties. Diversas organizações do movimento educacional brasileiro apoiam a vinculação de 100% dos royalties para o setor. É possível que o Palácio do Planalto edite um decreto regulamentatório determinando que 100% das receitas com royalties da União sejam destinadas à educação. Para Daniel Cara, se for confirmada essa possibilidade, “é uma medida que vale pelo exemplo a governadores e prefeitos. E nos ajudará a vencer as batalhas vindouras no Congresso Nacional. Graças à sociedade civil, o Brasil nunca esteve tão perto de priorizar a educação em termos orçamentários”.
      CNTE: CNTE lança abaixo-assinado para o veto ao projeto de lei dos royalties do petróleo
      UNE: Estudantes pedem: faz o gol, Dilma!
      Fonte: Campanha Nacional pelo Direito à Educação com informações da Agência Senado.
      campanha@campanhaeducacao.org.br

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